sábado, 3 de julio de 2010

14º Domingo do Tempo Comum (Port/Esp)

Portugués:
“Grande é a messe, mas poucos são os operários”
Meus queridos irmãos e irmãs, a paz de Jesus, Maria e José. Uma vez temos a grande oportunidade de celebrar a nossa fé no dia da Ressurreição de Jesus. Já estamos no 14º Domingo do Tempo Comum.

No domingo anterior a palavra de Deus nos orientava sobre os dom da vocação, da chamada que Deus faz a todos nós, hoje a litugia nos indica palavra missão, para que meditemos durante toda esta semana. São duas realidades (vocação e missão) eclesiais inseparáveis.
  
O contexto de tudo isso está justamente no seguir a Jesus. Hoje Jesus envia de dois em dois (para que acreditem no que estão anuncindo) esta numeração de 72 significa que todos (os que acreditam que Jesus é realmente o salvador, o Filho de Deus) são enviados. A mensagem que devem anuciar é a do Reino: “O Reino de Deus está próximo”.

Na Primeira Leitura do Profeta Isaías (Is 66, 10-14) nos fala da confiança em Deus, e ao mesmo tempo mostrando uma imagem mais concreta e expressiva dessa confiança: “Seus filhinhos serão carregados ao colo, e acariciados no regaço. Como uma criança que a mãe consola, sereis consolados.”. Essa é a demostração de confiança que nós devemos ter para com Deus: como uma criança nos braços da sua mãe, porque esta mãe é a que sabe o que o seu filho necessita.

Na Segunda Leitura (Gal 6, 14-18), São Paulo nos expressa com toda claridade que o mundo não tem nenhum valor para ele, por isso tudo que existe neste mundo já estão mortos para ele. “O mundo está crucificado para mim e eu para o mundo”.

No Evangelho (Lc 10, 1-20) podemos ler e imaginar envio dos 72 discípulos. A relação deste texto de são Lucas com as demais leituras anteriores é uma pura confiança no poder absoluto de Deus. Só de imaginar os conselhos de Jesús: “eis que vos envio como cordeiros entre lobos” – é uma frase que certamente assusta, porque já está indicando que os perigos das missão são sérios. Mas este é o preço da “Nova Evangelização”. Não podemos esquecer que as instruções são certeiras: não levar dinheiro, nem bolsa, nem calçados agum. Ou seja, Jesus os envia podemos dizer que aparentemente desprovidos de tudo que seria necessário humanamente falando, com isso podemos entender que os discípulos deveriam confiar plenamente nas mãos providentes de Deus, e não somente nas suas capacidades humanas.

A missão é a de anunciar o Reino de Deus, mas Jesus também deixa uma coisa muito importante, clamar a Deus para que envie mais operários, porque a messe é grande. Temos muitas pessoas que necessitam de Jesus, necessitam de uma palavra de consolo espiritual. Roguemos a Deus com total confianza, porque ele sabe o que necessitamos .
Pe. Lucimar, sf   
Español:
“La mies es abundante, pero los operarios pocos”
Mis queridos hermanos en Jesús, María y José. Es una gran oportunidad celebrar un domingo más nuestra fe. Ya estamos en el 14º Domingo del Tiempo Ordinario.

El domingo anterior la palabra de Dios nos direccionala hacia el don de la vocación, de esta llamada que Dios hace a todos nosotros, hoy ya nos indica otra palabra para que meditemos a los largo de toda esta semana, que es la misión. Son dos realidades (vocación y misión) eclesiales inseparables.
 
El contexto de todo esto es justamente el seguimiento a Jesús. Hoy Jesucristo envía de dos en dos (para que sea creíble su anuncio) y a setenta y dos (a todas las gentes). El mensaje es el Reino: “Está cerca el Reino de Dios”.

En la Primera Lectura del Profeta Isaías (Is 66, 10-14) se nos habla de la confianza en Dios y se nos da una imagen muy dulce, pero a la vez muy concreta y expresiva de cómo debe ser esa confianza. Así se nos describe esa imagen: “Como un hijo a quien su madre consuela, así os consolaré Yo. Como niños serán llevados en el regazo y acariciados sobre sus rodillas”. Así debe ser nuestra confianza en Dios: como un niño en los brazos de su madre, que sabe que todo lo tiene, pues la madre sabe todo lo que necesita su niño.

En la Segunda Lectura (Gal 6, 14-18), San Pablo nos hace saber que ya el mundo no tiene ningún valor para él, que el mundo y lo que éste significa están muertos para él. “El mundo está crucificado para mí y yo para el mundo”. Y nos trae esta Lectura la famosa frase del Apóstol: “No permita Dios que yo me gloríe en algo que no sea la cruz de nuestro Señor Jesucristo”.

En el Evangelio (Lc 10, 1-20) hemos escuchado el relato del envío de los 72 discípulos. Y pareciera que este texto evangélico no tuviera mucha relación con las Lecturas anteriores. Sin embargo, la forma en que Jesús envía a los 72, requiere de sus discípulos una confianza absoluta en el poder de Dios. Como “corderos en medio de lobos” - La frase de los corderos y los lobos ciertamente asusta, porque parece anunciarles peligros serios. Pero este es el desafío de la “Nueva Evangelización”. Además les da instrucciones muy precisas de que no lleven ni dinero, ni morral, ni sandalias. O sea, los envía también aparentemente desprovistos de todo lo necesario desde el punto de vista humano, dando a entender que ellos deben confiar plenamente en las manos de Dios, y no solamente en sus capacidades humanas.

La misión es la de anunciar el Reino de Dios, pero Jesús deja algo que también es importante, clamar a Dios que envíe más trabajadores, porque la mies es mucha. Hay mucha gente que necesita de Jesús, necesita de una palabra de consuelo espiritual. Roguemos pues a Dios con total confianza, porque él sabe lo que necesitamos.
P. Lucimar, sf  


jueves, 1 de julio de 2010

miércoles, 30 de junio de 2010

DIÁLOGO E COMUNICAÇÃO NA FAMÍLIA (I – B)

PORTUGUÊS:
1.1. Importância de la persona, su fundamento comunicativo
1.1.2. O “ser com” e o “ser para” os outros
O próprio ser do homem pertence ao mesmo núcleo da existência humana. O ser com os outros, no seu significado mais profundo e genuíno, significa que o homem nunca está só. Sua existência pessoal está sempre orientada, ligada e em comunhão com e para os demais.

  • A relação é um diálogo: a presença já revela a existência do outro, já é uma chamada ao reconocimento dessa presença, e na relação é onde se manifesta a capacidade de acolher ou desprezar. “A relação se caracteriza especificamente como experiência e encontro, ou seja, como diálogo”. A relação com o tu não é somente uma relação como qualquer outro tipo, mas é uma relação por excelência, como um ato primário de toda a antropologia e de toda a filosofia.
  • O diálogo se caracteriza pelas manifestações humanas, que revelam com mais claridade uma estrutura dialogal. Não podemos esquecer que “atrás de umas palavras está uma grande riqueza cultural”[1], sentimental, religisa, familiar e uma forte revelação da pessoa na sua totalidade. Para que o diálogo seja eficaz, convêm: respeitar quem está falando; conversar com uma tonalidade adequado, respeituoso; os dois ou mais pessoas, não devem falar ao mesmo tempo; saber ouvir antes de responder; pensar no que está dizendo o outro; admitir as opiniões do outro, etc...
Pe. Lucimar, sf.

ESPAÑOL
DIÁLOGO Y COMUNICACIÓN EN LA FAMILIA (I – B)
1.1. Importancia de la persona, su fundamento comunicativo
1.1.2. El ser con y para los demás
El propio ser del hombre pertenece al núcleo mismo de la existencia humana. El ser con los demás, en su significado más profundo y genuino, significa que el hombre no está nunca solo. Su existencia personal está siempre orientada, ligada y en comunión con y hacia los demás.

  • La relación es un diálogo: la presencia ya revela la existencia del otro, es ya una llamada al reconocimiento de esta presencia, y en la relación es en donde se manifiesta la capacidad de acogerlo o rehusarlo. “La relación se caracteriza específicamente como experiencia y encuentro, o bien, como diálogo”. La relación con el tú no es solamente una relación como las demás, sino que es la relación por excelencia, como hecho primario de toda la antropología y de toda la filosofía.
  • La función del diálogo se caracteriza por las manifestaciones humanas, que revelan con más claridad  una estructura dialogal. No debe olvidarse que con “las palabras viene toda una riqueza cultural”[2], sentimental y con ellas se transmite una fuerte revelación de la persona. Para que el diálogo sea eficaz, conviene: respetar al que habla; hablar en un tono adecuado, respetuoso; no hablar los dos a la vez; saber escuchar antes de responder; pensar en lo que dice el otro; admitir las opiniones del otro.
 P. Lucimar, sf



[1] Gevaert, Joseph. El problema del hombre - Introducción a la Filosofía Antropológica (Salamanca 1983), 51.
[2] GEVAERT, Joseph. El problema del hombre - Introducción a la Filosofía Antropológica (Salamanca 1983), 51.

domingo, 27 de junio de 2010

Mãe, parabéns...

0055 aniverário

Dia de são Pedro e são Paulo,
Festa e forró no sertão,
Fogueira no chão,
Reune o povão.

Festa de dona Maria,
Mãe, esposa, avó
Festa de dona Lia,
Pessoa que contagia.

Mulher empeendedora
Mulher trabalhadora
Mulher sercretária
Mulher empresária
Ela que nunca pára
Mil coisas na cabeça
Como peças de quebra-cabeça
A vida, não desampara

Código internacional
Números significativos
0055, números crativos
Uma ligação original

Mãe, a sua bênção!
Parabéns!!!
Esta ligação,
Uma bênção.
Peço a Deus...
Te cubra de bens...

É um grande dia
55 aniverário
Anos de graças
Anos de sabedoria
Anos de vida
Dando vida
Historia de vida
Um ano mais
Não a posso abraçar
Um pensamento
No alto do firmamento
Sei que me amais
O verdadeiro Amor 
Não acaba jamais...

Pe. Lucimar.

sábado, 26 de junio de 2010

13º Domingo do Tempo Comum (Port/Esp)

“Segue-me”
Uma vez mais estamos celebrando o dom da vida na Eucaristía. Neste 13º Domingo do tempo Comum, a nossa reflexão girará em torno da palavra vocação, ou seja, da chamada que Deus faz a todos nós. Porém a resposta depende da libertad de cada um. A vivência da fé se resume em uma só palavra: “Segue-me”. A resposta requer uma confiança incondicional, sem descontos ou promoções. A radicalidade não é somente dizer um sim, mas sobretudo, assumir a obediência de Jesus ao Pai. Jesus nos convida a seguir-lo cada dia pelo caminho da renúncia.

Na Primeira Leitura deste domingo (1 Re. 19, 16-21) nos fala da escolha e da consagração do Profeta Eliseo pelo Profeta Elías. Eliseo deixou as suas posses, os seus bens. Somente pediu para se despedir dos seus pais para seguir imediatamente a Elías. Podemos notar que as relações familiares é uma realidade importante, no entanto Deus têm o direito de pedir a qualquer um de nós que deixemos tudo para seguir o seu chamado. No caso de Eliseo, foi chamado, nada mais e nada menos para ser Profeta no lugar de Elías. Por isso Elías lhe disse: “Vai, mas volta, porque sabes o que te fiz”.

A Segunda Leitura (Gal. 5, 1 y 13-18) São Paulo nos fala da libertad: “Cristo nos libertou, para que sejamos livres”. Sim, livres. Cristo nos libertou das ataduras do mal. Graças redenção de Cristo que todos somos livres do pecado e da morte. Por isso São Paulo nos alerta para não voltarmos a cair no mesmo. “Não vos submetais outra vez ao jugo da escravidão”. A nossa vocação, assim nos disse el Apóstolo, “é a liberdade”. No entanto esta liberdade não se trata de libertinagem. Liberdade não significa fazer o que quer.

Já cometamos nos últimos três domingos no Evangelho de São Lucas algunas propostas para seguir o caminho de Jesús. Hoje uma vez mais São Lucas 9, 51-56: deixa bem claro que todos somos chamados por Jesus, no entanto Ele também deixa algumas recomendações e que ao mesmo tempo são exigências para todos aqueles que realmente desejam seguir a Jesus. Jesus exige aos seus discípulos uma profunda radicalidade ou seja compromisso: Deixar os bens materiais, vender tudo e dar aos pobres, deixar de pensar em nós mesmos e pensar nos demais, cada um deve levar a sua própria cruz, a partir do momento que já estamos com o mestre não podemos olhar para que deixamos pra trás.   

O seguimento de Jesus é fruto da graça divina e da sedução de Jesus: seduzidos pelo Senhor e ajudados por sua graça. A única coisa que Deus nos pede neste dia é que sejamos fiéis seja qual seja o nosso estado de vida.



 Español:
“Sígueme”
Una vez más estamos celebrando el don de la vida en la Eucaristía. En este 13º Domingo del tiempo Ordinario, nuestra reflexión estará en relación con la palabra vocación, o sea de la llamada de Dios a todos nosotros. Y del cual depende de la libertad del seguimiento. La vivencia de la fe se resume en una sola palabra: “Sígueme”. La respuesta comporta una confianza incondicional, sin rebajas. La radicalidad reside en no disponer de sí, sino en entrar en la obediencia de Jesús al Padre. Jesús nos invita a seguirlo cada día por el camino de la renuncia.

La Primera Lectura (1 Rey. 19, 16-21) nos habla de la escogencia y consagración del Profeta Eliseo por parte del Profeta Elías. Eliseo dejó sus posesiones. Sólo pidió despedirse de sus padres e inmediatamente siguió a Elías. Notemos que los afectos familiares están presentes, pero Dios tiene derecho de pedir a cualquiera de nosotros que dejemos todo para seguir su llamada. En el caso de Eliseo, lo llamó ¡nada menos! que para ser Profeta en lugar de Elías. Por eso Elías le dice: “Ve y vuelve, porque bien sabes lo que ha hecho el Señor contigo”.

En la Segunda Lectura (Gal. 5, 1 y 13-18) San Pablo nos habla de la libertad. “Cristo nos ha liberado, para que seamos libres”. Sí. Cristo nos liberó del demonio. Después de la redención de Cristo somos libres del pecado y de la muerte en que nos tenía satanás. Por eso San Pablo nos advierte de que no volvamos a caer en lo mismo. “No se sometan de nuevo”. Nuestra vocación, nos dice el Apóstol, “es la libertad”. Pero la libertad no es libertinaje. Libertad no es hacer lo que a uno le venga en gana.

En los últimos tres domingos el Evangelio de San Lucas ya nos presentaba el camino del seguimiento de Jesús. Hoy una vez más San Lucas 9, 51-56: deja bien claro que todos somos llamados por Jesús, pero El también nos presenta las exigencias de su seguimiento. Jesús exige a sus discípulos radicalidad en el seguimiento: Hemos de dejar todos nuestros bienes para seguirlo; Hemos de vender lo que tenemos para alcanzar el Reino; Hemos de negar a nosotros mismos para seguir al Señor; Hemos de tomar la cruz para poder estar al lado de Jesús, Hemos de poner la mano en el arado in volver la vista atrás y hemos de negarnos a nosotros mismos para seguir a Jesús.

El seguimiento de Jesús es fruto de la gracia divina y de la seducción de Jesús: seducidos por el Señor y ayudados por su gracia.
P. Lucimar, sf

lunes, 21 de junio de 2010

Acabamos mais uma etapa (Port/Esp/Cat)

Chegamos á meta...
Aqui na Espanha já acabamos o curso escolar, é uma boa oportunidade para fazer uma pequena reflexão sobre como é bom chegar no final do caminho e reconhecer que não foi fácil aguentar de pé e seguir, no entanto o mais importante foi que não estávamos fazendo este caminho sós, mas pelo contrário, éramos uma grande multidão de pessoas que acreditam e confiam que ao longo deste caminho deu o seu melhor, e o mais importante é acreditar que a meta é de todos que de uma ou de outra forma somos chamados a alcançar.

O caminho percorrido foi este curso escolar de 2009-2010: uma grande oportunidade para crescer como pessoas responsáveis e disponíveis ás necessidades dos desafavorecidos da nossa sociedade. Cada um pode fazer a sua próprio análise de como foi este curso e tirar as suas conclusões, mas a que não poderá faltar, é justamente o esforço que cada um fez para que este curso fosse melhor que o passado, claro que não podemos deixar de citar que todos fomos convidados a trabalhar neste curso o valor da auteridade, para estar em comunhão com as muitas famílias que foram obrigadas a reajustar e fazer inumeros esforços para chegar no final do mês.

Mas graças ao nosso Bom Deus, foi um caminho gratificante e alegre porque a multidão era o apoio de um para o outro, ao longo deste caminar de cada dia, sempre encontrávamos alguém que nos ajudava a chegar á meta, este simples detalhe de caminhar contigo já era uma grande ajuda, o melhor era quando te ouvia, te animava com uma e outra palavra.

Dezer que um curso escolar é tranqüilo, estariamos enganando a nós mesmos, porque não é fácil, não é um mar de rosas, mas tudo pelo contrário. Mas o importante é que todos chegamos á meta, isso significa que somos fortes e que trabalhamos em equipe, o grupo fortifica todo este conjunto e toda esta estrutura, seja ela pastoral, administrativa, diretória, etc. Por tudo isso e por muitas coisas mais que podemos levantar hoje os nossos olhos aos céus e agradecer ao Senhor dos Senhores, por este grande presente que foi o curso 2009-2010.

Español:
Llegamos a la meta
Como es bueno llegar al final del camino y reconocer que no fue fácil de seguir, pero lo más importante fue que no hicimos este camino solos, sino acompañados de una gran multitud de personas que creen y confían que en este camino ha dado lo mejor, y lo más importante es que creen en la meta de que todos de una o otra forma somos llamados a alcanzar.

El camino que hemos recorrido fue curso escolar: fue una gran oportunidad para crecer como personas responsables y disponibles a las necesidades del los demás. Cada uno puede hacer su propio análisis de este curso y sacar muchas conclusiones, pero la no podrá faltar, es el esfuerzo que se ha hecho para hacer de este curso algo mejor que el pasado, claro que fueran muchas las implicaciones que nos llevaron a trabajar para que este sea un curso más austero, porque fueron muchas las familias obligadas a reajustar y hacer innumero esfuerzos para llegar al fin de mes.

Gracias al buen Dios, fue un camino que no estábamos solos, sino muy bien acompañados, a lo largo del caminar de cada día, siempre encontrábamos a alguien que nos ayudaba a llegar a la meta, el simple acompañar ya era una gran ayuda, y la mejor es cuando te escuchar y fortalece con palabras de animo.

Decir que un curso escolar es tranquilo, estaríamos engañando a nosotros mismos, porque no es fácil, es un mar de rosas, sino todo lo contrario. Pero, se llegamos a la meta, significa que somos fuertes y que trabajamos en equipo, un equipo como este es el que fortifica la estructura, la pastoral, administración, dirección, etc. Por eso y por muchas cosas más podemos levantar nuestros ojos al cielo y agradecer al Señor de los Señores, por tan gran regalo, que fue el curso 2009-2010.
P. Lucimar, sf

Català:
Hem arribat a la meta!
Què bonic és arribar al final del camí i reconèixer que no ha sigut pas senzill avançar, però adonar-se i sentir que no l’hem fet pas sols, sinó acompanyats per una multitud de persones que creuen i confien que al llarg d’aquest trajecte tots i cadascun de nosaltres ha donat tot el millor de sí mateix, i el més important creient que tots/es d’una manera o altre tots/es som cridats ha arribar a la meta.

El camí que hem recorregut durant aquest curs escolar: ha sigut una oportunitat per créixer com a persones responsables i atentes a les necessitats dels altres. Cada un de nosaltres podem fer la nostra pròpia valoració i revisió d’aquest curs i treure moltes conclusions, però segur que en aquesta reflexió no es podrà obviar l’esforç que hem realitzat perquè aquest curs ha estat una mica millor que l’anterior. És cert que hi han hagut diverses circumstàncies que ens han portat a treballar perquè aquest curs fos més auster, ja que moltes famílies s’han vist obligades a reajustar i fer molts esforços per arribar a final de mes.

Gràcies al bon Déu, durant aquest trajecte no hem estat pas sols sinó ben el contrari ens hem sentit acompanyats dia rere dia.  Al llarg del camí, sempre hem trobat alguna persona que ens ha ajudat a fer passes per a avançar i poder així arribar a la meta. Únicament, el simple fet d’escoltar, d’animar en moments baixos, d’estar el costat de l’altre, de sentir-se acompanyats,... han sigut els elements clau que han fet que avui puguem dir amb alegria: Hem arribat a la meta!

Ens enganyaríem a nosaltres mateixos si afirméssim que un curs escolar és tranquil, com tots els trajectes o camins que fem al llarg de la vida ens trobem amb obstacles, pedres que impedeixen seguir endavant, pendents difícils de pujar, inclemències del temps,... però malgrat les dificultats que hagin pogut sorgir hem sigut capaços d’arribar amb èxit al final del nostre trajecte, gràcies el treball en equip que ens fa  forts i capaços de fer front a qualsevol problema
P. Lucimar, sf


sábado, 19 de junio de 2010

E vós, quem dizeis que eu sou? (Port/Esp)


Português:
E vós, quem dizeis que eu sou?
Meus caros irmãos e irmãs já estamos no 12º Domingo do Tempo Comum. Este domingo a temática é a pergunta sobre quem é Jesus Cristo para nós?

A partir dessa pergunta de Jesus, Pedro responde que Ele é o Messias, o Filho de Deus. E hoje, para ti, quem é Jesus? Qual seria a sua resposta? Jesus é significativo para ti? Jesus está presente nos seus pensamentos, desejos, opções, atitudes e atos? Jesus é somente uma referencia histórica, social ou de fé? Cada um de nós tem uma expência diferente do outro, por isso eu cada um Jesus se revela diferete.

Na segunda leitura (Gal 3, 26-29) diz que todos somos filhos de Deus pela fé, que estamos incorporados a Cristo pelo Batismo, que estamos revestidos de Cristo. Pelo simples fato de estar batizados já somos cristãs. Claro que devemos estar sempre alertas, que nem todos os que são batizados seja realmente cristão, nós somos chamados a ser cristãos não de carteinhinha, mas de vida concreta, de vida na massa, de ser fermento no mundo, para fazer a diferença.

Isso de ser cristão, é nada mais nada menos que seguir radicalmente a Jesus; “se alguém quer vir após mim...”, dice Jesus no evangelho; aquí podemos ver um sentido mais dinâmico este seguimento de Jesus. Entre outras muitas coisas, assumir o sofrimento:
  • “É necessário que o Filho do homem padeça”, diz o Evangelho;
  • também no Evangelho: “se alguém quer vir após mim, renegue-se a si mismo, tome cada dia a sua cruz e siga-me”;
  • o Senhor nos dá a graça para poder vencer os nossos pecados, como nos diz a primeira leitura (Zac 12,10-11;13,1).
Para seguir a Jesus temos que assumir o sofrimento de ir contra correnteza ao que o mundo nos está impondo. Esta pode ser a cruz que millares de cristão estão levando hoje: as próprias limitações humanas.
Pe. Lucimar, sf

Español:
¿Quién dice la gente que soy yo?
Estamos en el domingo XII del tiempo ordinario. En este domingo se nos viene a interpelar sobre quién es Jesucristo para nosotros.

A partir de esta pregunta de Jesús, Pedro responde que El es el Mesias. Y para ti ¿quién es Jesús? ¿Cuál es tu respuesta más íntima? Una respuesta que no sea aprendida, sino vital. ¿Es significativo Jesús para tu vida? ¿Está presente en tus pensamientos, deseos, opciones, actitudes y actos? O ¿es simplemente una referencia social, un sentimiento recurrente en momentos más difíciles? Fijaos que es sustancial lo que cada uno responda a esta pregunta. Todos tenemos una respuesta, aunque no esté verbalizada. Tendríamos que conocer nuestra respuesta y saber contrastarla con el Evangelio, por si tenemos que purificar nuestra imagen de Jesús.

Jesús dice de él mismo que tiene que padecer, ser desechado por los sumos sacerdotes, que su destino es morir para luego resucitar. Es decir, deja claro a sus discípulos que su ser y su misión pasan por la cruz. Es un gran misterio de la personalidad de Cristo: el hecho de asumir libremente la muerte y la cruz. Sin este misterio no podemos comprender a Cristo.


En la segunda lectura (Gal 3, 26-29)  se nos dice que somos Hijos de Dios por la fe, que estamos incorporados a Cristo por el Bautismo, que estamos revestidos de Cristo. Por el hecho de estar bautizados somos ya cristianos. Por eso ser cristiano es, además de estar bautizado, seguir a Jesús; “el que quiera seguirme...”, dice Jesús en el evangelio; es pues una actitud dinámica, que supone una identificación o asimilación. Cristo es nuestro modelo, a quien nos tenemos que parecer en actitudes y actos.

Las lecturas de este domingo dejan claro que el seguimiento a Jesús requiere, entre otras muchas cosas, asumir el sufrimiento:
·          “el Mesías tiene que padecer”, dice el Evangelio;
·          también en el Evangelio: “el que quiera seguirme que se niegue a sí mismo y cargue con su cruz cada día”;
·          el Señor nos da la gracia para poder mirar al que atravesamos con nuestros pecados, dice la primera lectura (Zac 12,10-11;13,1).

Para seguir a Jesucristo hay que asumir el sufrimiento que ello conlleva. Seguir a Jesucristo es entrar en comunión con su destino, que no fue otro que la cruz. Es cierto que triunfó sobre la muerte y la cruz; pero, en primer lugar, su destino, irrenunciable para sus seguidores, es la cruz.
P. Lucimar, sf