viernes, 9 de julio de 2010

Orem pela alma...

Hoje foi enterrada uma grande amiga, a Sra Lluisa (do meio), uma pessoa que durante os 4 anos que passei no seminário de Barcelona, me tratava como um filho... hoje estou triste, mas ao mesmo tempo alegre, porque lá do céu ela está olhando por mim... Obrigado Senhor pela vida da Sra Lluisa...

100 perguntas e respostas sobre o aborto: 2. Quais são os tipos aborto? (Port/Esp)

Português:
O aborto espontânea ou por morte intra-uterina vem, ou porque várias causas levou à expulsão do novo ser no estrangeiro, onde morreu devido à sua incapacidade de viver fora do útero. Se o aborto é provocado quando matar a criança no ventre ou artificialmente forçando a sua saída para morrer no exterior.

Às vezes, se agem com filhos de gravidezes viáveis, matando-os no interior do útero da mãe ou buscando a morte após o nascimento vivo. Medicacamente falando esta não é, un aborto, e no fato de muitas leis que são consideradas para a tolerância permissiva do aborto a proibe porque entra dentro de um infanticídio. Mas não é assim em outros casos, por exemplo na Espanha, onde o Código Penal não leva em conta a viabilidade do feto a ser dado como crime de aborto, e, em contrapartida, você pode matar, em alguns casos, os fetos viáveis sem receber qualquer punição criminal, ao abrigo da legislação actual, precisamente sobre o aborto. Portanto, nestas páginas utilizaremos a definição do aborto numa linguagem corrente, que neste caso a morte provocada de um feto viável também seja considerado um aborto.
 (CEE)


Español:
2. ¿Cuántas clases hay de aborto?
El aborto puede ser espontáneo o provocado. El espontáneo se produce o bien porque surge la muerte intrauterinamente, o bien porque causas diversas motivan la expulsión del nuevo ser al exterior, donde fallece dada su falta de capacidad para vivir fuera del vientre de su madre. Si el aborto es provocado, se realiza o bien matando al hijo en el seno materno o bien forzando artificialmente su expulsión para que muera en el exterior.

En ocasiones se actúa sobre embarazos de hijos viables, matándolos en el interior de la madre o procurando su muerte después de nacer vivos. Esto no es, médicamente hablando, un aborto, y de hecho muchas legislaciones que se consideran permisivas en la tolerancia del aborto lo prohíben expresamente, porque lo incluyen en la figura del infanticidio. Pero no ocurre así en otros casos, como por ejemplo en España, donde el Código Penal no tiene en cuenta la viabilidad del feto para que se dé el delito de aborto, y, en contrapartida, se puede matar en algunos casos a fetos viables sin recibir ningún castigo penal, al amparo de la legislación vigente precisamente en materia de aborto. Por eso utilizaremos en estas páginas la definición de aborto según el lenguaje corriente, de modo que la muerte provocada de un feto viable también será considerada como aborto.
(CEE)

jueves, 8 de julio de 2010

100 perguntas e respostas sobre o aborto (Port/Esp)

Português:
1. O que é o aborto?
A Medicina explica que o aborto é a expulsão do feto, natural ou induzido, durante o período de vida intra-uterina não é viável, ou seja, quando o feto não tem nenhuma chance de sobrevivência. Por outro lado está a expulsão do feto, antes de acabar o período normal da gestação, que se chamado de parto prematuro, se o feto sobrevive ou se ele morre.

Na linguagem comum, o aborto é a morte do feto, natural ou provocado, em qualquer momento da vida intra-uterina.

A legislação espanhola, como no direito canônico considera o aborto como a morte feto, provocando a sua morte no ventre e a sua expulsão do útero da mãe.
(CEE)

Español:
1. ¿Qué es el aborto?
La Medicina entiende por aborto toda expulsión del feto, natural o provocada, en el período no viable de su vida intrauterino, es decir, cuando no tiene ninguna posibilidad de sobrevivir. Si esa expulsión del feto se realiza en período viable pero antes del término del embarazo, se denomina parto prematuro, tanto si el feto sobrevive como si muere.

El Derecho español, al igual que el Derecho Canónico, considera aborto la muerte del feto mediante su destrucción mientras depende del claustro materno o por su expulsión prematuramente provocada para que muera, tanto si no es viable como si lo es.

En el lenguaje corriente, aborto es la muerte del feto por su expulsión, natural o provocada, en cualquier momento de su vida intrauterino.
(CEE)

miércoles, 7 de julio de 2010

O progresso da Espanha... (Port/Esp)

Português:
Obrigados por lei a abortar
Acabo de ler (07 de julho de 2010) uma notícia em um dos muitos jornais deste país (Espanha) que uma vez mais fala da lei do aborto que o gobierno socialista está provendo já faz algum tempo, claro que estas idéias já não novas, tal como explica o Sr. Niceto Blázquez, no seu livro “La dictadura del aborto” (A ditadura do aborto) do ano 1978, ou seja, 32 anos de história de perseguição e de martírios a seres inocentes que “não têm opção de se defender”. O Sr. Niceto, começa o seu livro dizendo: “O que está ocorendo nos nossos dias é muito grave […] Tem que ser muito inocentes ou excesivamente malvados para não dar-se conta que com a aprovação do aborto é também a pior forma de terrorismo selvagem que se possa imaginar”.  

Depois de 32 anos, estamos cada vez pior, isto é, não evolucionamos, humanamente falando. O que gostaria com esta reflexão é que sejamos um pouco mais consciêntes que estamos num momento social decisivo para a nossa humanidade. Agora já temos nas nossas mãos uma oportunidade de dizer… BASTA. Um governo como o que estamos presenciando cada a dia atrocidades contra o ser humano, e tendo uma ministra da igualdade que até agora não entendo quê comparação deve ter igualdade com o aborto, pois é que que planteio a questão: os mesmbros deste partido, manfestaram ontem (06 de julho) que “aqueles que não cumplam (serviços hospitalários e as diferentes comunidades do estado, etc) com a lei (de matar um inocente, ou seja, como eles mesmos dizem, “se trata de uma lei que visa a proteção da menor ou de uma gravidez não desejada), terão problemas técnicos e jurídicos”. “Todos sabem que estão obrigados pela lei a atender ás mulheres que solicitem”. É uma lei que eles mesmos estão aprovando e obrigando, essa é a ditadura democrática que estamos comezando a presenciar atualmente.

Não deixa de ser um tema que sempre aparece nos momentos históricos na nossa sociedade, é um meio para desviar a nossa atenção sobre outros temas que também são de carácter humano e importante para todos. Com o passar dos dias seguirei comentado sobre este tema, ampliando assim a nosso conhecimento histórico e o nosso horizonte crítico.
Pe. Lucimar, sf



Español: 
Obligados por ley a abortar
Acabo de leer un artículo en uno de los muchos periódicos de este país del cual hablaba de la ley del aborto que el gobierno socialista está llevando a cabo desde hace algún tiempo, esto ya no es nuevo, tal como señala el Sr. Niceto Blázquez, en su librito “La dictadura del aborto” del año 1978, o sea, 32 anos de historia persecutoria a unos seres inocentes que “no tienen opción de defenderse”. El Sr. Noceto, comienza su libro diciendo: “lo que nuestros días está ocurriendo es muy grave […] Hay que ser muy inocentes o demasiados malvados para no darse cuenta de que la provocación del aborto es la forma de terrorismo más salvaje que imaginar se puede”. 

32 años después estamos perores, esto significa que estamos evolucionado. Lo que deseo con esta reflexión es que cada uno sea conciente de que estamos en un momento muy decisivo en la sociedad. Cada uno tiene en sus manos la oportunidad de decir… BASTA. Este gobierno teniendo una ministra de igualdad que no entiendo qué tiene de  igualdad con el tema del aborto, pero aquí está lanzada la cuestión: ellos, como no los de este partido tan humanos, que aquellos (personal medico, comunidades autónomas, etc) que no cumplan con esta ley (de matar un inocente, o sea, como dicen ellos, se trata de una ley que protege la menor o al embarazo no deseable), tendrán problemas técnicos y jurídicos. “Todos saben que están obligados por la ley a atender a las mujeres que así lo desean”.

Pero estos temas que siempre vienen a tona en nuestra sociedad, es para desviar la atención de temas que también son de carácter importantes para todos. Ya seguiré con este tipo de reflexión, para que al menos tengamos algo de conocimiento histórico y critico.
P. Lucimar, sf

lunes, 5 de julio de 2010

Diálogo e Comunicação na Família (I –C)

Português:
1.2. Complementariedade e Relação Interpessoal
1.2.1. Ouvir para conhececer mais a vida
Volveitei com as reflexões sobre este tema tão especial e necessário nos nossos dias: sobre a comunicação no seio da família. De alguma forma desejo resgatar o que desde o ínicio somos clamados: a comunicar, a dialogar, a manter uma relação com a criação.

Quando o hombre perde as suas raizes do “ser com e para”, pode converter-se em algo vazio, pelo simples fato de não ter uma base dialogica suficiente. Esquecendo que a própria vida é uma ponte de encontro, algo que para o homem contemporâneo, cheio de superficialidade e do imediatismo, acaba por perder este sentido originário da vida.

O homem que por essência, ou seja, por natureza, é um ser dialogal, com o passar do tempo está perdendo esta essência natural e ao mesmo tempo perdendo a dimensão da vida, se tornando um homem inseguro de si mesmo. A linguagem, como um meio de expressar e de comunicar com outras pessoas se não é bem empregado, acaba levado uma consequência, o não saber escutar com atenção, isso não significa aceitar tudo, mas aquilo que poderá ajudar e colaborar na humanização da minha vida.

O diálogo é um dinamismo que vem a expressar o ser dos homens, como corpo e espírito. Em primeiro lugar, no que diz respeito ao seu corpo, porque está sujeito ao tempo, ou seja, este corpo é finito, e localizado num espaço determinado, através do qual entra em relação com outros seres.

Em segundo lugar, enquanto ser espiritual, se manifesta por sua capacidade de superar o tempo e o espaço, justamente pela relação com o trascendente, manifestando também a sua capacidade de superar os limites da finitude e de uma integração com o mundo.
 Pe. Lucimar, sf

Español:
Diálogo y Comunicación en la Familia  (I –C)
1.2. Complementariedad y relación interpersonal
1.2.1. Escuchar para profundizar en la vida
Cuando el hombre pierde sus raíces de “ser con y para”, se convierte en algo vacío, por no tener la suficiente base dialógica. Se olvida que la vida es un puente encuentro, algo que para el hombre contemporáneo, lleno de la superficialidad y el inmediatismo, acaba provocando la pérdida del sentido de la vida.

El hombre que por esencia es un ser dialogal pero que ha perdido el contacto con la dimensión dialogal y al mismo tiempo con la dimensión de su vida, es un hombre inseguro de sí mismo. El lenguaje, como forma de expresar su inseguridad para ser ayudado a lo largo de una conversación, conlleva como consecuencia el saber escuchar con atención, lo cual no significa aceptarlo todo sino aquello que da profundidad a la propia vida.
El diálogo es así el dinamismo en el que se expresa el ser de la persona, como cuerpo y espíritu. En primer lugar, en cuanto a su cuerpo, porque sujeto al tiempo, y por lo tanto finito, y  ubicado en un espacio determinado, a través del cual entra en relación con los otros seres.

Y en segundo lugar, en cuanto ser espiritual, porque manifiesta su capacidad de superar el tiempo y el espacio por la relación con la trascendencia, manifiesta también su capacidad de superar los límites de su finitud y de integración en un mundo fuera del espacio.
P. Lucimar, sf

sábado, 3 de julio de 2010

14º Domingo do Tempo Comum (Port/Esp)

Portugués:
“Grande é a messe, mas poucos são os operários”
Meus queridos irmãos e irmãs, a paz de Jesus, Maria e José. Uma vez temos a grande oportunidade de celebrar a nossa fé no dia da Ressurreição de Jesus. Já estamos no 14º Domingo do Tempo Comum.

No domingo anterior a palavra de Deus nos orientava sobre os dom da vocação, da chamada que Deus faz a todos nós, hoje a litugia nos indica palavra missão, para que meditemos durante toda esta semana. São duas realidades (vocação e missão) eclesiais inseparáveis.
  
O contexto de tudo isso está justamente no seguir a Jesus. Hoje Jesus envia de dois em dois (para que acreditem no que estão anuncindo) esta numeração de 72 significa que todos (os que acreditam que Jesus é realmente o salvador, o Filho de Deus) são enviados. A mensagem que devem anuciar é a do Reino: “O Reino de Deus está próximo”.

Na Primeira Leitura do Profeta Isaías (Is 66, 10-14) nos fala da confiança em Deus, e ao mesmo tempo mostrando uma imagem mais concreta e expressiva dessa confiança: “Seus filhinhos serão carregados ao colo, e acariciados no regaço. Como uma criança que a mãe consola, sereis consolados.”. Essa é a demostração de confiança que nós devemos ter para com Deus: como uma criança nos braços da sua mãe, porque esta mãe é a que sabe o que o seu filho necessita.

Na Segunda Leitura (Gal 6, 14-18), São Paulo nos expressa com toda claridade que o mundo não tem nenhum valor para ele, por isso tudo que existe neste mundo já estão mortos para ele. “O mundo está crucificado para mim e eu para o mundo”.

No Evangelho (Lc 10, 1-20) podemos ler e imaginar envio dos 72 discípulos. A relação deste texto de são Lucas com as demais leituras anteriores é uma pura confiança no poder absoluto de Deus. Só de imaginar os conselhos de Jesús: “eis que vos envio como cordeiros entre lobos” – é uma frase que certamente assusta, porque já está indicando que os perigos das missão são sérios. Mas este é o preço da “Nova Evangelização”. Não podemos esquecer que as instruções são certeiras: não levar dinheiro, nem bolsa, nem calçados agum. Ou seja, Jesus os envia podemos dizer que aparentemente desprovidos de tudo que seria necessário humanamente falando, com isso podemos entender que os discípulos deveriam confiar plenamente nas mãos providentes de Deus, e não somente nas suas capacidades humanas.

A missão é a de anunciar o Reino de Deus, mas Jesus também deixa uma coisa muito importante, clamar a Deus para que envie mais operários, porque a messe é grande. Temos muitas pessoas que necessitam de Jesus, necessitam de uma palavra de consolo espiritual. Roguemos a Deus com total confianza, porque ele sabe o que necessitamos .
Pe. Lucimar, sf   
Español:
“La mies es abundante, pero los operarios pocos”
Mis queridos hermanos en Jesús, María y José. Es una gran oportunidad celebrar un domingo más nuestra fe. Ya estamos en el 14º Domingo del Tiempo Ordinario.

El domingo anterior la palabra de Dios nos direccionala hacia el don de la vocación, de esta llamada que Dios hace a todos nosotros, hoy ya nos indica otra palabra para que meditemos a los largo de toda esta semana, que es la misión. Son dos realidades (vocación y misión) eclesiales inseparables.
 
El contexto de todo esto es justamente el seguimiento a Jesús. Hoy Jesucristo envía de dos en dos (para que sea creíble su anuncio) y a setenta y dos (a todas las gentes). El mensaje es el Reino: “Está cerca el Reino de Dios”.

En la Primera Lectura del Profeta Isaías (Is 66, 10-14) se nos habla de la confianza en Dios y se nos da una imagen muy dulce, pero a la vez muy concreta y expresiva de cómo debe ser esa confianza. Así se nos describe esa imagen: “Como un hijo a quien su madre consuela, así os consolaré Yo. Como niños serán llevados en el regazo y acariciados sobre sus rodillas”. Así debe ser nuestra confianza en Dios: como un niño en los brazos de su madre, que sabe que todo lo tiene, pues la madre sabe todo lo que necesita su niño.

En la Segunda Lectura (Gal 6, 14-18), San Pablo nos hace saber que ya el mundo no tiene ningún valor para él, que el mundo y lo que éste significa están muertos para él. “El mundo está crucificado para mí y yo para el mundo”. Y nos trae esta Lectura la famosa frase del Apóstol: “No permita Dios que yo me gloríe en algo que no sea la cruz de nuestro Señor Jesucristo”.

En el Evangelio (Lc 10, 1-20) hemos escuchado el relato del envío de los 72 discípulos. Y pareciera que este texto evangélico no tuviera mucha relación con las Lecturas anteriores. Sin embargo, la forma en que Jesús envía a los 72, requiere de sus discípulos una confianza absoluta en el poder de Dios. Como “corderos en medio de lobos” - La frase de los corderos y los lobos ciertamente asusta, porque parece anunciarles peligros serios. Pero este es el desafío de la “Nueva Evangelización”. Además les da instrucciones muy precisas de que no lleven ni dinero, ni morral, ni sandalias. O sea, los envía también aparentemente desprovistos de todo lo necesario desde el punto de vista humano, dando a entender que ellos deben confiar plenamente en las manos de Dios, y no solamente en sus capacidades humanas.

La misión es la de anunciar el Reino de Dios, pero Jesús deja algo que también es importante, clamar a Dios que envíe más trabajadores, porque la mies es mucha. Hay mucha gente que necesita de Jesús, necesita de una palabra de consuelo espiritual. Roguemos pues a Dios con total confianza, porque él sabe lo que necesitamos.
P. Lucimar, sf  


jueves, 1 de julio de 2010