lunes, 12 de julio de 2010

Diálogo e Comunicação na Família: I - D (Port/Esp)

Português:
1.2. Complementariedade e Relação Interpessoal
1.2.2. Dificuldades para relacionar-se
Não é fácil assumir o diálogo com o outro como caminho de abertura e de crescimento. Isso pode ser devido ao egoísmo, e não somente pela aceitação do pensamento, das idéias ou formas de pensar do outro, ou porque não se dão as condições adequadas, ou porque não conhecem o verdadeiro valor e significado do diálogo como caminho para o seu próprio crescimento como pessoa humana. Para superar a dificuldade na abertura em direção ao outro, convêm utilizar as mediações que sejam necessárias, tais como: a acolhida do outro com gestos, palavras e expressões que demonstre interesse pelo outro.

No próximo artigo citarei algumas das caracteristicas de um diálogo autênticamente humano.
Pe. Lucimar, sf


Español:
Diálogo y Comunicación en la Familia (I –D)
1.2. Complementariedad y relación interpersonal
1.2.2. Dificultades para relacionarse
No es fácil asumir el diálogo con el otro como camino de apertura y de crecimiento. Esto puede ser debido a la simple no aceptación del pensamiento, ideas o formas de pensar de otro, o porque no se dan las condiciones adecuadas, o porque no se conocen el valor y el significado del diálogo como camino para su propio crecimiento como persona. Para superar la dificultad en la apertura hacia el otro, conviene utilizar las mediaciones que sean necesarias, tales como: la acogida del otro con gestos, palabras y expresiones que muestren interés por él.
P. Lucimar, sf

sábado, 10 de julio de 2010

15º Domingo do Tempo Comum (Por/Esp)

“A Palavra de Deus já foi pronunciada e se encontra em nossa boca em nosso coração. Se deixarmos a palavra penetrar em nós, ela se realiza em nós” (Dt 30, 14). Começo a minha homilia deste 15 º Domingo do Tempo Comum com este versículo do libro do Deuteronômio, é o livro que nos transmite a pura religião de Israel. Ter a Palavra perto de si é amar a nosso próximo. Hoje necessitamos também de abertura à palavra reveladora da ação de Deus em nossa história, com o compromisso de escutá-la e vivê-la em radicalidade e compromisso.

Um dos problemas do nosso tempo é justamente a falta de amor. A pior doença e não se sentir amdo. O remédio que pode curar esta solidão, os desespero, a falta de horizontes, é o amor. Muita gente morre por falta de amor. Se necessta de Deus. “Deus é amor”.


Somente com estas perguntas já podemos fazer uma reflexão seria sobre a resposta de Jesus, porque querendo ou não somos interpelados, somos chamos a “ir a fazer o mesmo”

Mestre, que devo fazer para possuir a vida eterna? Jesus responde: é preciso, antes de mais, viver de acordo com as propostas de Deus (os mandamentos); e é preciso também assumir os valores do Reino e seguir Jesus no caminho do amor a Deus e da entrega aos irmãos. Isto não significa, contudo, que a vida eterna seja algo que o homem conquista, com o seu esforço, ou que resulte dos méritos que o homem adquire ao percorrer um caminho religiosamente correto. A vida eterna é sempre um dom gratuito de Deus, fruto da sua bondade, da sua misericórdia, do seu amor pelo homem; no entanto, é um dom que o homem aceita, acolhe e com o qual se compromete. Quando o homem vive de acordo com os mandamentos de Deus e segue Jesus, não está conquistando a vida eterna; está, sim, respondendo positivamente à oferta de vida que Deus lhe faz e reconhece que o caminho que Deus lhe indica é um caminho de vida e de felicidade.

Que está escrito na lei? E um outro que estava na plateia depois de ouvir o que diz na lei, pergunta: E quem é o meu proximo? Isso já podemos lembrar e muito bem, porque foi o tema da primeira leitura e do próprio santo Evangelho de hoje. Esta foi a pergunta que Jesus fez aos mestres da lei. Eles respondem corretamente, mas Jesus nota que seria necessario uma breve ilustração, por isso conta esta parábola tão conhecida “O Bom Samaritano”. Uma pessoa que deixa de lado as prescrições da lei, humanamente falando, e se deixa levar pelo sentimento da compaixão sem límite, e se entrega com infinito amor para defender a vida que está ameaçada. Jesus não está negando o valor da lei em si, somente deseja levar aos seus ouvintes a seguir a lei na prática e não ficar na teoria. Por isso entra a pratica de saber quem é o meu próximo, o exemplo do samaritano desprezado nos mostra que nenhum ser humano está tão longe de nós; e que é preciso que estejamos preparados em todo o tempo e lugar, para arriscar a vida pelo irmão, porque são eles o nosso próximo.
Pe. Lucimar, sf


Español:
“Pues la palabra está muy cerca de ti, en tu boca y en tu corazón, para que la cumplas” (Dt 30, 14). Comienzo la homilía de este 15 º Domingo del Tiempo Ordinario con este versículo del libro do Deuteronomio, es el libro que nos transmite la religión pura de Israel. Tener la Palabra cerca de nosotros es para amar al prójimo. Hoy necesitamos de esta apertura a la Palabra reveladora de la acción de Dios en nuestra historia, con el compromiso de escucharla y vivirla con radicalidad y compromiso.

Uno del os problemas de estos tiempos es la falta de amor. La peor enfermedad es el no sentirse amado. La medicina que puede que puede curar la soledad, la desesperación y la falta de horizontes es el amor. Mucha gente muere por falta de amor. “Dios es amor”.  

Lo que en la liturgia de hoy me llama muchísimo la atención es justamente las preguntas: 1) Maestre, ¿qué debo hacer para alcanzar la vida eterna?, 2) ¿Qué está escrito en la ley? y 3)¿Y quien es mi prójimo?

Solamente con estas preguntas ya podemos hacer una seria reflexión sobre la respuesta de Jesús, porque queriendo o no somos interpelados, somos llamados a “salir y hacer lo mismo”.

Maestre, ¿qué debo hacer para alcanzar la vida? Jesús responde: es preciso, nada más que, vivir de acuerdo con las propuestas de Dios (los mandamientos); también es necesario asumir los valores del Reino y seguir Jesús en el camino del amor a Dios y del servicio a los hermanos. Con todo, no significa, que la vida eterna sea algo que el hombre pueda conquistar solamente con sus propios esfuerzos, o por sus propios méritos, de con el pasar del tiempo de un camino recorrido religiosamente correcto. La vida eterna siempre es un don gratuito de Dios, fruto da su bondad, de su misericordia, de su amor por el hombre; por lo tanto no, es un don que el hombre acepta, acoge y se compromete. Cuando el hombre vive de acuerdo con los mandamientos de Dios y sigue a Jesús, no está conquistando la vida eterna; sino que está respondiendo positivamente a la oferta de la vida que Dios le hace y reconoce que el camino que Dios le indica es un camino de vida y de felicidad.

¿Qué está escrito en la ley? Otra persona que estaba la platea, después de oír lo que dice la ley, hace una pregunta: ¿Y quien es mi prójimo? Es un tema que está muy presente en la primera lectura y del santo Evangelio de hoy. ¿Qué está escrito en la ley? Esta fue la pregunta que Jesús hizo a los maestros de la ley. Ellos responden correctamente, pero Jesús nota que seria necesario una breve ilustración, por eso les cuenta esta parábola tan conocida “El Buen Samaritano”. Una persona que deja de lado las prescripciones de la ley, humanamente hablando, y se deja llevar por el sentimiento de la compasión sin límite, y se dona con infinito amor para defender la vida que está amenazada. Jesús no está negando el valor de la ley en si misma, solamente desea llevar a sus oyentes a seguir la ley en la práctica y no quedarse en la teoría. Es aquí donde tenemos que buscar en la práctica quien es mi prójimo, al ejemplo de buen samaritano despreciado nos muestra que ningún ser humano está tan lejos de nosotros; por eso es necesario que estemos siempre preparados, para arriesgar la vida por el hermano, porque son ellos nuestro prójimo.
P. Lucimar, sf

viernes, 9 de julio de 2010

Orem pela alma...

Hoje foi enterrada uma grande amiga, a Sra Lluisa (do meio), uma pessoa que durante os 4 anos que passei no seminário de Barcelona, me tratava como um filho... hoje estou triste, mas ao mesmo tempo alegre, porque lá do céu ela está olhando por mim... Obrigado Senhor pela vida da Sra Lluisa...

100 perguntas e respostas sobre o aborto: 2. Quais são os tipos aborto? (Port/Esp)

Português:
O aborto espontânea ou por morte intra-uterina vem, ou porque várias causas levou à expulsão do novo ser no estrangeiro, onde morreu devido à sua incapacidade de viver fora do útero. Se o aborto é provocado quando matar a criança no ventre ou artificialmente forçando a sua saída para morrer no exterior.

Às vezes, se agem com filhos de gravidezes viáveis, matando-os no interior do útero da mãe ou buscando a morte após o nascimento vivo. Medicacamente falando esta não é, un aborto, e no fato de muitas leis que são consideradas para a tolerância permissiva do aborto a proibe porque entra dentro de um infanticídio. Mas não é assim em outros casos, por exemplo na Espanha, onde o Código Penal não leva em conta a viabilidade do feto a ser dado como crime de aborto, e, em contrapartida, você pode matar, em alguns casos, os fetos viáveis sem receber qualquer punição criminal, ao abrigo da legislação actual, precisamente sobre o aborto. Portanto, nestas páginas utilizaremos a definição do aborto numa linguagem corrente, que neste caso a morte provocada de um feto viável também seja considerado um aborto.
 (CEE)


Español:
2. ¿Cuántas clases hay de aborto?
El aborto puede ser espontáneo o provocado. El espontáneo se produce o bien porque surge la muerte intrauterinamente, o bien porque causas diversas motivan la expulsión del nuevo ser al exterior, donde fallece dada su falta de capacidad para vivir fuera del vientre de su madre. Si el aborto es provocado, se realiza o bien matando al hijo en el seno materno o bien forzando artificialmente su expulsión para que muera en el exterior.

En ocasiones se actúa sobre embarazos de hijos viables, matándolos en el interior de la madre o procurando su muerte después de nacer vivos. Esto no es, médicamente hablando, un aborto, y de hecho muchas legislaciones que se consideran permisivas en la tolerancia del aborto lo prohíben expresamente, porque lo incluyen en la figura del infanticidio. Pero no ocurre así en otros casos, como por ejemplo en España, donde el Código Penal no tiene en cuenta la viabilidad del feto para que se dé el delito de aborto, y, en contrapartida, se puede matar en algunos casos a fetos viables sin recibir ningún castigo penal, al amparo de la legislación vigente precisamente en materia de aborto. Por eso utilizaremos en estas páginas la definición de aborto según el lenguaje corriente, de modo que la muerte provocada de un feto viable también será considerada como aborto.
(CEE)

jueves, 8 de julio de 2010

100 perguntas e respostas sobre o aborto (Port/Esp)

Português:
1. O que é o aborto?
A Medicina explica que o aborto é a expulsão do feto, natural ou induzido, durante o período de vida intra-uterina não é viável, ou seja, quando o feto não tem nenhuma chance de sobrevivência. Por outro lado está a expulsão do feto, antes de acabar o período normal da gestação, que se chamado de parto prematuro, se o feto sobrevive ou se ele morre.

Na linguagem comum, o aborto é a morte do feto, natural ou provocado, em qualquer momento da vida intra-uterina.

A legislação espanhola, como no direito canônico considera o aborto como a morte feto, provocando a sua morte no ventre e a sua expulsão do útero da mãe.
(CEE)

Español:
1. ¿Qué es el aborto?
La Medicina entiende por aborto toda expulsión del feto, natural o provocada, en el período no viable de su vida intrauterino, es decir, cuando no tiene ninguna posibilidad de sobrevivir. Si esa expulsión del feto se realiza en período viable pero antes del término del embarazo, se denomina parto prematuro, tanto si el feto sobrevive como si muere.

El Derecho español, al igual que el Derecho Canónico, considera aborto la muerte del feto mediante su destrucción mientras depende del claustro materno o por su expulsión prematuramente provocada para que muera, tanto si no es viable como si lo es.

En el lenguaje corriente, aborto es la muerte del feto por su expulsión, natural o provocada, en cualquier momento de su vida intrauterino.
(CEE)

miércoles, 7 de julio de 2010

O progresso da Espanha... (Port/Esp)

Português:
Obrigados por lei a abortar
Acabo de ler (07 de julho de 2010) uma notícia em um dos muitos jornais deste país (Espanha) que uma vez mais fala da lei do aborto que o gobierno socialista está provendo já faz algum tempo, claro que estas idéias já não novas, tal como explica o Sr. Niceto Blázquez, no seu livro “La dictadura del aborto” (A ditadura do aborto) do ano 1978, ou seja, 32 anos de história de perseguição e de martírios a seres inocentes que “não têm opção de se defender”. O Sr. Niceto, começa o seu livro dizendo: “O que está ocorendo nos nossos dias é muito grave […] Tem que ser muito inocentes ou excesivamente malvados para não dar-se conta que com a aprovação do aborto é também a pior forma de terrorismo selvagem que se possa imaginar”.  

Depois de 32 anos, estamos cada vez pior, isto é, não evolucionamos, humanamente falando. O que gostaria com esta reflexão é que sejamos um pouco mais consciêntes que estamos num momento social decisivo para a nossa humanidade. Agora já temos nas nossas mãos uma oportunidade de dizer… BASTA. Um governo como o que estamos presenciando cada a dia atrocidades contra o ser humano, e tendo uma ministra da igualdade que até agora não entendo quê comparação deve ter igualdade com o aborto, pois é que que planteio a questão: os mesmbros deste partido, manfestaram ontem (06 de julho) que “aqueles que não cumplam (serviços hospitalários e as diferentes comunidades do estado, etc) com a lei (de matar um inocente, ou seja, como eles mesmos dizem, “se trata de uma lei que visa a proteção da menor ou de uma gravidez não desejada), terão problemas técnicos e jurídicos”. “Todos sabem que estão obrigados pela lei a atender ás mulheres que solicitem”. É uma lei que eles mesmos estão aprovando e obrigando, essa é a ditadura democrática que estamos comezando a presenciar atualmente.

Não deixa de ser um tema que sempre aparece nos momentos históricos na nossa sociedade, é um meio para desviar a nossa atenção sobre outros temas que também são de carácter humano e importante para todos. Com o passar dos dias seguirei comentado sobre este tema, ampliando assim a nosso conhecimento histórico e o nosso horizonte crítico.
Pe. Lucimar, sf



Español: 
Obligados por ley a abortar
Acabo de leer un artículo en uno de los muchos periódicos de este país del cual hablaba de la ley del aborto que el gobierno socialista está llevando a cabo desde hace algún tiempo, esto ya no es nuevo, tal como señala el Sr. Niceto Blázquez, en su librito “La dictadura del aborto” del año 1978, o sea, 32 anos de historia persecutoria a unos seres inocentes que “no tienen opción de defenderse”. El Sr. Noceto, comienza su libro diciendo: “lo que nuestros días está ocurriendo es muy grave […] Hay que ser muy inocentes o demasiados malvados para no darse cuenta de que la provocación del aborto es la forma de terrorismo más salvaje que imaginar se puede”. 

32 años después estamos perores, esto significa que estamos evolucionado. Lo que deseo con esta reflexión es que cada uno sea conciente de que estamos en un momento muy decisivo en la sociedad. Cada uno tiene en sus manos la oportunidad de decir… BASTA. Este gobierno teniendo una ministra de igualdad que no entiendo qué tiene de  igualdad con el tema del aborto, pero aquí está lanzada la cuestión: ellos, como no los de este partido tan humanos, que aquellos (personal medico, comunidades autónomas, etc) que no cumplan con esta ley (de matar un inocente, o sea, como dicen ellos, se trata de una ley que protege la menor o al embarazo no deseable), tendrán problemas técnicos y jurídicos. “Todos saben que están obligados por la ley a atender a las mujeres que así lo desean”.

Pero estos temas que siempre vienen a tona en nuestra sociedad, es para desviar la atención de temas que también son de carácter importantes para todos. Ya seguiré con este tipo de reflexión, para que al menos tengamos algo de conocimiento histórico y critico.
P. Lucimar, sf

lunes, 5 de julio de 2010

Diálogo e Comunicação na Família (I –C)

Português:
1.2. Complementariedade e Relação Interpessoal
1.2.1. Ouvir para conhececer mais a vida
Volveitei com as reflexões sobre este tema tão especial e necessário nos nossos dias: sobre a comunicação no seio da família. De alguma forma desejo resgatar o que desde o ínicio somos clamados: a comunicar, a dialogar, a manter uma relação com a criação.

Quando o hombre perde as suas raizes do “ser com e para”, pode converter-se em algo vazio, pelo simples fato de não ter uma base dialogica suficiente. Esquecendo que a própria vida é uma ponte de encontro, algo que para o homem contemporâneo, cheio de superficialidade e do imediatismo, acaba por perder este sentido originário da vida.

O homem que por essência, ou seja, por natureza, é um ser dialogal, com o passar do tempo está perdendo esta essência natural e ao mesmo tempo perdendo a dimensão da vida, se tornando um homem inseguro de si mesmo. A linguagem, como um meio de expressar e de comunicar com outras pessoas se não é bem empregado, acaba levado uma consequência, o não saber escutar com atenção, isso não significa aceitar tudo, mas aquilo que poderá ajudar e colaborar na humanização da minha vida.

O diálogo é um dinamismo que vem a expressar o ser dos homens, como corpo e espírito. Em primeiro lugar, no que diz respeito ao seu corpo, porque está sujeito ao tempo, ou seja, este corpo é finito, e localizado num espaço determinado, através do qual entra em relação com outros seres.

Em segundo lugar, enquanto ser espiritual, se manifesta por sua capacidade de superar o tempo e o espaço, justamente pela relação com o trascendente, manifestando também a sua capacidade de superar os limites da finitude e de uma integração com o mundo.
 Pe. Lucimar, sf

Español:
Diálogo y Comunicación en la Familia  (I –C)
1.2. Complementariedad y relación interpersonal
1.2.1. Escuchar para profundizar en la vida
Cuando el hombre pierde sus raíces de “ser con y para”, se convierte en algo vacío, por no tener la suficiente base dialógica. Se olvida que la vida es un puente encuentro, algo que para el hombre contemporáneo, lleno de la superficialidad y el inmediatismo, acaba provocando la pérdida del sentido de la vida.

El hombre que por esencia es un ser dialogal pero que ha perdido el contacto con la dimensión dialogal y al mismo tiempo con la dimensión de su vida, es un hombre inseguro de sí mismo. El lenguaje, como forma de expresar su inseguridad para ser ayudado a lo largo de una conversación, conlleva como consecuencia el saber escuchar con atención, lo cual no significa aceptarlo todo sino aquello que da profundidad a la propia vida.
El diálogo es así el dinamismo en el que se expresa el ser de la persona, como cuerpo y espíritu. En primer lugar, en cuanto a su cuerpo, porque sujeto al tiempo, y por lo tanto finito, y  ubicado en un espacio determinado, a través del cual entra en relación con los otros seres.

Y en segundo lugar, en cuanto ser espiritual, porque manifiesta su capacidad de superar el tiempo y el espacio por la relación con la trascendencia, manifiesta también su capacidad de superar los límites de su finitud y de integración en un mundo fuera del espacio.
P. Lucimar, sf