lunes, 19 de julio de 2010

100 perguntas e respostas sobre o aborto - perg 5 e 6 - (Port/Esp)

Português:
5. Como pode haver um ser humano como ele é tão pequeno que não tem a menor aparência externa de tal?
A realidade não é apenas aquila que os nossos sentidos podem captar. Os microscópios eletrônicos de última geração, sem dúvida, nos mostra aspectos da realidade que nunca teria sido capaz de captar com nossos olhos. Da mesma forma, a ciência mostra categoricamente que o ser humano recém-concebido é sem nenhuma dúvida, que um ser, que futuramente se convertirá em um bebê, uma criança, um jovem, um adulto e um idoso. A sua transformação pode variar, dependendo do seu estágio de desenvolvimento. E assim que, dentro do útero, primeiro é um embrião pré-implantado (até que passe os 12-14 dias após a fecundação, em que é possível que um gêmeos surgem mesmo óvulo fecundado), então o embrião é formado até que todos os seus orgãos, à medida que vai se desenvolvendo já é um feto que vai crescendo até que se forma um bebê pronto para nascer. E, em seguida, continua o mesmo processo de crescimento e maduração e, posteriormente, produz o inverso do declínio até a morte.

Com isso não faz sentido dizer que uma criança vem de um feto, mas que ele já foi um feto, assim como um adulto não vem de uma criança, mas que anteriomente era criança, e o memso  passa com o ser humano, a partir de o início. Seria um absurdo pensar que o próprio filhos recém-concebida não é um ser humano porque não parece uma criança, é um ser humano porque por mais que não tenha aparência externa de um adulto.

6. Admitindo que uma nova vida desde o momento da fecundação, não poderia ser uma vida vegetal ou animal, para se tornar humano, numa fase posterior?
Não. Com o conhecimento genético atual, é claro que cada ser é o que é a partir do momento da fecundação. Da união dos gametas só se torna uma planta de vegetais; gametas animal irracional, como um chimpanzé, deixa apenas um chimpanzé, e a união de gametas humanos cria uma nova espécie humana-estar, o que é que desde o início portanto, tão determinada por sua herança genética especificamente humana.
(CEE) 

Español:
5. ¿Cómo puede existir un ser humano mientras es algo tan pequeño que no tiene el más mínimo aspecto externo de tal?
La realidad no es sólo la que captan nuestros sentidos. Los microscopios electrónicos y los telescopios más modernos nos ofrecen, sin lugar a dudas, aspectos de la realidad que jamás habríamos podido captar con nuestros ojos. De manera semejante, la ciencia demuestra rotundamente que el ser humano recién concebido es el mismo, y no otro, que el que después se convertirá en bebé, en niño, en joven, en adulto y en anciano. El aspecto que presenta varía según su fase de desarrollo. Y así, en la vida intrauterina primero es un embrión pre-implantado (hasta la llamada anidación, unos 12-14 días después de la fecundación, en que cabe la posibilidad de que de un mismo óvulo fecundado surjan gemelos); después es un embrión hasta que se forman todos sus órganos; luego, mientras éstos van madurando, un feto, hasta formarse el bebé tal como nace. Y después continúa el mismo proceso de crecimiento y maduración, y más tarde se produce el inverso de decadencia hasta la muerte.

Por eso no tiene sentido decir que un niño proviene de un feto, sino que él mismo fue antes un feto, del mismo modo que un adulto no proviene de un niño, sino que antes fue niño, y siempre es el mismo ser humano, desde el principio. Y tan absurdo sería defender que el hijo recién concebido no es un ser humano porque no tiene aspecto de niño, como suponer que el niño no es un ser humano porque no tiene el aspecto externo del adulto.

6. Admitiendo que existe una nueva vida desde el momento de la fecundación, ¿no podría ser una vida vegetal o animal, para llegar a ser humana en una fase posterior?
No. Con los actuales conocimientos genéticos, es indudable que cada ser es lo que es desde el momento de la fecundación. De la unión de gametos vegetales sólo sale un vegetal; de gametos animales no racionales, por ejemplo un chimpancé, sólo sale otro chimpancé, y de la unión de gametos humanos se crea un nuevo ser de la especie humana, que es tal desde el principio, pues así lo determina su patrimonio genético específicamente humano.


 (CEE)

Uma vida em 39 semanas...

viernes, 16 de julio de 2010

16º Domingo do Tempo Comum (Port/Esp)

Português:
O tempo histórico que estamos vivendo neste exato momento é de férias (tanto aí no Brasil, como aqui a Europa), um tempo do qual podemos aproveitar para muitas coisas, e se não organizarmos podemos acabar dizendo sempre as mesmas coisas: “passou muito rápido... tenho muitas coisas para fazer... nem sei por onde começar... tenho que buscar alguém pra me ajudar... amanhã ainda tenho tempo...etc”, estas e outras frases são normais do nosso vocabulário duranta este tempo de férias. Mas não podemos esquecer que também é uma oportunidade de crescimento humano e espiritual. Aqui começo esta reflexão deste 16º Domingo do Tempo Comum. Hoje somos covidado a escolher a melhor parte, a de ouvir Jesus. É o que nós estamos precisando para sermos cada dia melhores cristãos. Jesus nos está falando através da sua palavra, através do silêncio meditativo que podemos planejar a qualquer hora do dia e sentir que Jesus nos está falando. Por isso hoje as leituras nos ajudam a estar sempre abertos á Palavra da Salvação.

Na 1ª Leitura  é do primeiro livro da Biblia, Gênesis 18,1-10ª - nos conta que num dia que fazia muito calor, Deus se apresentou, através de três pessoas desconhecidas que estão de caminho em direção á tenda onde morava Abraão, perto de Mambré que era um santuário no tempo patriarcas (digamos uns 1800 anos a.C.). Abraão acolhe a todos com muita hospitalidade, oferecendo-lhes hospedagem e comida para que possam restabelecer as forças. Mas sem saber Abrahão estava acolhendo po próprio Deus, é uma leitura que já nos está preparando para o que acontecerá no Evangelho.  

No Evangelho de Lucas 10, 38-42 - também nos fala da hospitalidade de Marta a irmã Maria e de Lazaro que recebeu o Senhor em sua casa. É justamente aqui que Jesus fala que uma só coisa é necessária. É que – seja em meio às atividades de cada dia, seja na “escuta”, na oração (nessa cena simbolizada por Maria sentada aos pés do Mestre, escutando sua palavra) – o que importa é estar sintonizado com o Deus que cumpre suas promessas. A isso chamamos confiança ou Fé. Podemos, é verdade, ficar inconformados com nossa vida e nosso trabalho (como Marta); podemos manter um riso nervoso, quase irônico (como Sara mulher de Abraão); podemos até nos espantar (como Abraão) e tentar interpretar a presença e a promessa de vários modos nas situações concretas...
Como já expressava anteriormente, estamos de férias, convido a todos a não deixar esta oportunidade de estár aos pés do Senhor. As duas atitudes são claras, mas uma só foi a soube aproveitar: acolher, muitos acolhem, mas o pior é quando tudo não passa da artificialidade, ou seja, de aparência; a segunda foi a de acolher, mas também de saber ouvir: porque é daqui que a transformação da nossa vida poderá ser uma realidade, mas para isso cada um deve abrir totalmente o seu interior para deixar com que seja o próprio Senhor que nos indique o caminho mais apropriado e seguro para a nossa felicidade.   

Meus queridos irmãos dediquemos nestes dias alguns momentos de oração, de escuta e de reflexão da Palavra de Deus, acolhamos com generosidade, porque quem muito dá, muito recebe.
Pe. Lucimar, sf



Español:
El tiempo histórico que estamos viviendo en este exacto momento, el de las vacaciones, es un tiempo del cual podemos aprovechar para muchas cosas, pero se no nos organizamos podemos acabar diciendo las mismas cosas de siempre: “ha pasado muy rápido... tengo muchas cosas que hacer... no sé por dónde comenzar... tengo que buscar ayude... mañana empezaré...etc”, estas y muchas otras frases son las primeras de nuestros vocabulario de este época. Pero no podemos olvidar que es una oportunidad de crecimiento humano y espiritual. Es a partir de aquí que comienzo esta reflexión del 16º domingo del tiempo ordinario. Hoy somos invitados a escoger la mejor parte, la de oír a Jesús. Es lo que necesitamos cada día para que seamos mejores cristianos. Jesús nos está hablando a través de su palabra, a través del silencio meditativo que podemos planear a cualquier hora del día y sentir que Jesús nos está hablando. Por eso las lecturas de hoy nos ayudan a estar siempre abiertos a la Palabra de la Salvación.

En la 1ª Lectura es del primero libro de la Biblia, Génesis 18,1-10ª - nos habla que en un día muy caluroso, Dios se presenta, forma de tres hombres que van de camino, ante la tienda donde residía Abrahán, cerca de la  encina de Mambré que era un santuario en el tiempo de los patriarcas (digamos a unos 1800 años a.C.). Abrahán los acoge a todos con gran hospitalidad, ofreciéndoles reposo, bebida y alimento para restablecer las fuerzas. Es una lectura que ya nos está preparando para lo que acontecerá en el evangelio. 

En el Evangelio de Lucas 10, 38-42 - también nos habla de la hospitalidad de una mujer que se llama Marta la hermana Maria y de Lázaro que recibió al Señor en su casa. Justamente aquí es donde Jesús habla que una sola cosa es necesaria. Y es la que – sea en medio de las actividades del día-día, sea en la “escucha”, en la oración (en esta escena simbolizada por Maria sentada a los pies del Maestro, escuchando su palabra) – más nos importa, la de estar sintonizado con Dios que cumple con sus promesas. A esto podemos llamar de confianza o Fe. Podemos, hasta estar inconformados con nuestra vida y nuestro trabajo (como Marta); podemos estar nerviosos, casi irónicos (como Sara, la mujer de Abrahán); también podemos nos espantar (como Abrahán) e intentar interpretar la presencia y la promesa de varios modos en las distintas situaciones concretas de nuestra vida... Como ya expresaba anteriormente, estamos de vacaciones, invito a todos a que no dejen esta oportunidad de estar a los pies del Señor. Las dos actitudes son claras, pero una sola fue la que supo aprovechar la mejor parte: acoger, muchos acogen, llevados por el entusiasmo del momento, pero es como fuego de paja, cuando acaba el fuego, acaba las ilusiones, las alegrías, los buenos deseos, o sea, todo no pasaba de  fuegos artificiales, o sea, todo era apariencia; en la segunda actitud la cosa fue bien distinta: acoger, pero también saber escuchar: porque es de este punto que la transformación de nuestra vida podrá ser una realidad, para eso cada uno debe abrir totalmente su interior para dejar con que sea el propio Señor que indique el camino más apropiado y seguro para nuestra felicidad.  

Mis queridos hermanos dediquemos en estos días algunos momentos de oración, de escucha y de reflexión de la Palabra de Dios, acojamos con generosidad, porque quien mucho da, mucho recibe.
P. Lucimar, sf

jueves, 15 de julio de 2010

“A ditadura do aborto” (Port/Esp)

Volto a citar o Sr. Niceto, o seu pequeno libro “A ditadura do aborto” do ano 1978, que pode trazer muitas informação e formação de uma história realcionada com as atrocidades que os nossos representantes fizeram e estam fazendo: Se essa lei é imoral, jamias devemos obedece-la. Quando se trata de uma tema como do aborto não vale nenhuma desculpa para provoca-lo, a pessoas que o aconselha não é digna de respeito. Niguém tem o direito a abortar. Nem o Estado, nem os médicos, nem a própria mulher interessada. Com a legislação do aborto não só nega o legítimo pluralismo de idéias, más acaba a base do chamdo estado de direito.

É uma prática que vai diretamente contra as pessoas, assim declara a legislação do estado español. Os partidos políticos de pior catadura ética já presentaram um projeto abortista nas Cortes. Somente de imagianar que já se passaram 32 anos e esta mesma história se repete uma e outra vez, mas tendo em mente que as coisas estão piores que antanho.

O direito a viver é o primeiro e fundamental de toda pessoa humana. Se esse direito é negado aos mais inocentes e indefensos, como por ejemplo as crianças durante o período da gestação, todos os demais direitos ficam racionalmente descalcados, não existiria mais lei em vigor que a tiranía dos mais fortes e perversos contra os mais frágeis e inocentes.

“Um milhão e meio de vítimas, uma media de 164 por cada um dos 9.125 dias que passaram neste 25 anos de história abortista desde que a lei do aborto foi aprobava no dia 5 de julho de 1985. 25 anos depois, a lei da despenalização dá passo a lei que converte o aborto em um direito.” Estas são palavras de un dos semanários católicos “Alfa y Omega” do dia 1 de julho. É sorpreendente o que nos testifica com estadísticas a quantidade de seres humanos que foram e estão morrendo com tal ditadura.




Español:
“La dictadura del aborto”
Vuelvo a citar el Sr. Niceto, su pequeño libro “La dictadura del aborto” del año 1978, que tiene mucho que nos informar acerca de las atrocidades que nuestros representantes están haciendo: Se es una ley inmoral, jamás debemos obedecer. En materia de aborto no vale ninguna excusa para provocarlo, no es digna de respeto la opinión de nadie que lo aconseja. El derecho a abortar no lo tiene nadie. Ni el Estado, ni los médicos, ni la propia mujer interesada. Con la legislación del aborto no sólo niega el legítimo pluralismo de ideas, sino que se mina la base misma del llamado estado de derecho.

Es una práctica que va directamente contra a las personas, así lo dice el código español. Los partidos políticos de peor catadura ética han presentado ya un proyecto abortista en las Cortes.

El derecho a vivir es el primero y fundamental de toda persona humana. Si ese derecho es negado a las más inocentes e indefensas, como son los niños durante el periodo del embarazo, todos los demás derechos quedan racionalmente desfondados, no quedan más ley en vigor que la tiranía de los más fuertes y perversos contra los más débiles e inocentes.

“Un millón y medio de victimas, un promedio de 164 en cada uno de los 9.125 días que hay en los 25 años transcurridos desde que la ley del aborto fue aprobada el 5 de julio de 1985. Un cuarto de siglos después, la ley de la despenalización da paso a la ley que convierte el aborto en derecho.” Estas son palabras de unos de los semanarios católicos “Alfa y Omega” del día 1 de julio. Es sorprendente lo que nos viene a testificar con números la cantidad de seres humanos que fueron y están muriendo.
P. Lucimar, sf

miércoles, 14 de julio de 2010

100 perguntas e respostas sobre o aborto - perg 3 e 4 - (Port/Esp)

Português:
3. O ser humano é fruto da concepção nas fases iniciais de desenvolvimento? Desde a fecundação ocorre através da união do espermatozóide e do óvulo, surge um novo ser humano diferente de todos que existiram, existem e existirão. É neste tempo que inicia o processo de nova vida, diferentemente do espermatozóide e do óvulo, que já consta de uma esperança de vida plena. A partir desse primeiro momento, a vida do novo ser merece respeito e proteção, porque o desenvolvimento humano é constante, do qual não terá grandes avanços qualitativos, mas sim uma realização progressiva até o seu destino. Qualquer tentativa de distinguir entre o não nascido e o nascido em relação à condição humana não é procedente.

4. Portanto, não é verdade que na primeira há uma realidade biológica, mas que só vai se tornar um ser humano mais tarde? Não. Desde a sua cosntituição genética já existe um ser humano, somente precisa se desenvolver e crescer naturalmente como qualquer pessoa. Após a fecundação há um desenvolvimento contínuo deste novo ser humana, mas esta evolução não é uma mudança qualitativa que sugerem que houve um primeiro ser humano e, em seguida, sim. Esta mudança qualitativa ocorre apenas no momento da fertilização, e desde então em um novo ser, que mantem uma relação com a mãe, exige apenas fatores externos ao atingir a idade adulta: oxigênio, alimento e o tempo nataral. O resto já está lá desde o início. 
 (CEE)


Español 
3. ¿Es un ser humano el fruto de la concepción en sus primeras fases de desarrollo? Desde que se produce la fecundación mediante la unión del espermatozoide con el óvulo, surge un nuevo ser humano distinto de todos los que han existido, existen y existirán. En ese momento se inicia un proceso vital esencialmente nuevo y diferente a los del espermatozoide y del óvulo, que tiene ya esperanza de vida en plenitud. Desde ese primer instante, la vida del nuevo ser merece respeto y protección, porque el desarrollo humano es un continuo en el que no hay saltos cualitativos, sino la progresiva realización de ese destino personal. Todo intento de distinguir entre el no nacido y el nacido en relación con su condición humana carece de fundamento.

4. ¿Así que no es verdad que al principio existe una cierta realidad biológica, pero que sólo llegará a ser un ser humano más tarde? No. Desde que se forma el nuevo patrimonio genético con la fecundación existe un ser humano al que sólo le hace falta desarrollarse y crecer para convertirse en adulto. A partir de la fecundación se produce un desarrollo continuo en el nuevo individuo de la especie humana, pero en este desarrollo nunca se da un cambio cualitativo que permita afirmar que primero no existía un ser humano y después, sí. Este cambio cualitativo únicamente ocurre en la fecundación, y a partir de entonces el nuevo ser, en interacción con la madre, sólo precisa de factores externos para llegar a adulto: oxígeno, alimentación y paso del tiempo. El resto está ya en él desde el principio.
(CEE)

lunes, 12 de julio de 2010

Diálogo e Comunicação na Família: I - D (Port/Esp)

Português:
1.2. Complementariedade e Relação Interpessoal
1.2.2. Dificuldades para relacionar-se
Não é fácil assumir o diálogo com o outro como caminho de abertura e de crescimento. Isso pode ser devido ao egoísmo, e não somente pela aceitação do pensamento, das idéias ou formas de pensar do outro, ou porque não se dão as condições adequadas, ou porque não conhecem o verdadeiro valor e significado do diálogo como caminho para o seu próprio crescimento como pessoa humana. Para superar a dificuldade na abertura em direção ao outro, convêm utilizar as mediações que sejam necessárias, tais como: a acolhida do outro com gestos, palavras e expressões que demonstre interesse pelo outro.

No próximo artigo citarei algumas das caracteristicas de um diálogo autênticamente humano.
Pe. Lucimar, sf


Español:
Diálogo y Comunicación en la Familia (I –D)
1.2. Complementariedad y relación interpersonal
1.2.2. Dificultades para relacionarse
No es fácil asumir el diálogo con el otro como camino de apertura y de crecimiento. Esto puede ser debido a la simple no aceptación del pensamiento, ideas o formas de pensar de otro, o porque no se dan las condiciones adecuadas, o porque no se conocen el valor y el significado del diálogo como camino para su propio crecimiento como persona. Para superar la dificultad en la apertura hacia el otro, conviene utilizar las mediaciones que sean necesarias, tales como: la acogida del otro con gestos, palabras y expresiones que muestren interés por él.
P. Lucimar, sf

sábado, 10 de julio de 2010

15º Domingo do Tempo Comum (Por/Esp)

“A Palavra de Deus já foi pronunciada e se encontra em nossa boca em nosso coração. Se deixarmos a palavra penetrar em nós, ela se realiza em nós” (Dt 30, 14). Começo a minha homilia deste 15 º Domingo do Tempo Comum com este versículo do libro do Deuteronômio, é o livro que nos transmite a pura religião de Israel. Ter a Palavra perto de si é amar a nosso próximo. Hoje necessitamos também de abertura à palavra reveladora da ação de Deus em nossa história, com o compromisso de escutá-la e vivê-la em radicalidade e compromisso.

Um dos problemas do nosso tempo é justamente a falta de amor. A pior doença e não se sentir amdo. O remédio que pode curar esta solidão, os desespero, a falta de horizontes, é o amor. Muita gente morre por falta de amor. Se necessta de Deus. “Deus é amor”.


Somente com estas perguntas já podemos fazer uma reflexão seria sobre a resposta de Jesus, porque querendo ou não somos interpelados, somos chamos a “ir a fazer o mesmo”

Mestre, que devo fazer para possuir a vida eterna? Jesus responde: é preciso, antes de mais, viver de acordo com as propostas de Deus (os mandamentos); e é preciso também assumir os valores do Reino e seguir Jesus no caminho do amor a Deus e da entrega aos irmãos. Isto não significa, contudo, que a vida eterna seja algo que o homem conquista, com o seu esforço, ou que resulte dos méritos que o homem adquire ao percorrer um caminho religiosamente correto. A vida eterna é sempre um dom gratuito de Deus, fruto da sua bondade, da sua misericórdia, do seu amor pelo homem; no entanto, é um dom que o homem aceita, acolhe e com o qual se compromete. Quando o homem vive de acordo com os mandamentos de Deus e segue Jesus, não está conquistando a vida eterna; está, sim, respondendo positivamente à oferta de vida que Deus lhe faz e reconhece que o caminho que Deus lhe indica é um caminho de vida e de felicidade.

Que está escrito na lei? E um outro que estava na plateia depois de ouvir o que diz na lei, pergunta: E quem é o meu proximo? Isso já podemos lembrar e muito bem, porque foi o tema da primeira leitura e do próprio santo Evangelho de hoje. Esta foi a pergunta que Jesus fez aos mestres da lei. Eles respondem corretamente, mas Jesus nota que seria necessario uma breve ilustração, por isso conta esta parábola tão conhecida “O Bom Samaritano”. Uma pessoa que deixa de lado as prescrições da lei, humanamente falando, e se deixa levar pelo sentimento da compaixão sem límite, e se entrega com infinito amor para defender a vida que está ameaçada. Jesus não está negando o valor da lei em si, somente deseja levar aos seus ouvintes a seguir a lei na prática e não ficar na teoria. Por isso entra a pratica de saber quem é o meu próximo, o exemplo do samaritano desprezado nos mostra que nenhum ser humano está tão longe de nós; e que é preciso que estejamos preparados em todo o tempo e lugar, para arriscar a vida pelo irmão, porque são eles o nosso próximo.
Pe. Lucimar, sf


Español:
“Pues la palabra está muy cerca de ti, en tu boca y en tu corazón, para que la cumplas” (Dt 30, 14). Comienzo la homilía de este 15 º Domingo del Tiempo Ordinario con este versículo del libro do Deuteronomio, es el libro que nos transmite la religión pura de Israel. Tener la Palabra cerca de nosotros es para amar al prójimo. Hoy necesitamos de esta apertura a la Palabra reveladora de la acción de Dios en nuestra historia, con el compromiso de escucharla y vivirla con radicalidad y compromiso.

Uno del os problemas de estos tiempos es la falta de amor. La peor enfermedad es el no sentirse amado. La medicina que puede que puede curar la soledad, la desesperación y la falta de horizontes es el amor. Mucha gente muere por falta de amor. “Dios es amor”.  

Lo que en la liturgia de hoy me llama muchísimo la atención es justamente las preguntas: 1) Maestre, ¿qué debo hacer para alcanzar la vida eterna?, 2) ¿Qué está escrito en la ley? y 3)¿Y quien es mi prójimo?

Solamente con estas preguntas ya podemos hacer una seria reflexión sobre la respuesta de Jesús, porque queriendo o no somos interpelados, somos llamados a “salir y hacer lo mismo”.

Maestre, ¿qué debo hacer para alcanzar la vida? Jesús responde: es preciso, nada más que, vivir de acuerdo con las propuestas de Dios (los mandamientos); también es necesario asumir los valores del Reino y seguir Jesús en el camino del amor a Dios y del servicio a los hermanos. Con todo, no significa, que la vida eterna sea algo que el hombre pueda conquistar solamente con sus propios esfuerzos, o por sus propios méritos, de con el pasar del tiempo de un camino recorrido religiosamente correcto. La vida eterna siempre es un don gratuito de Dios, fruto da su bondad, de su misericordia, de su amor por el hombre; por lo tanto no, es un don que el hombre acepta, acoge y se compromete. Cuando el hombre vive de acuerdo con los mandamientos de Dios y sigue a Jesús, no está conquistando la vida eterna; sino que está respondiendo positivamente a la oferta de la vida que Dios le hace y reconoce que el camino que Dios le indica es un camino de vida y de felicidad.

¿Qué está escrito en la ley? Otra persona que estaba la platea, después de oír lo que dice la ley, hace una pregunta: ¿Y quien es mi prójimo? Es un tema que está muy presente en la primera lectura y del santo Evangelio de hoy. ¿Qué está escrito en la ley? Esta fue la pregunta que Jesús hizo a los maestros de la ley. Ellos responden correctamente, pero Jesús nota que seria necesario una breve ilustración, por eso les cuenta esta parábola tan conocida “El Buen Samaritano”. Una persona que deja de lado las prescripciones de la ley, humanamente hablando, y se deja llevar por el sentimiento de la compasión sin límite, y se dona con infinito amor para defender la vida que está amenazada. Jesús no está negando el valor de la ley en si misma, solamente desea llevar a sus oyentes a seguir la ley en la práctica y no quedarse en la teoría. Es aquí donde tenemos que buscar en la práctica quien es mi prójimo, al ejemplo de buen samaritano despreciado nos muestra que ningún ser humano está tan lejos de nosotros; por eso es necesario que estemos siempre preparados, para arriesgar la vida por el hermano, porque son ellos nuestro prójimo.
P. Lucimar, sf