Uma vez mais venho com uma pregaçãdo do Padre Léo, um homem que foi fiel a sua vocação até o final da sua vida...
40 Um leproso aproximou-se de Jesus e, de joelhos, suplicava-lhe: “Se queres, tens o poder de purificar-me!” 41 Jesus encheu-se de compaixão, e estendendo a mão sobre ele, o tocou, dizendo: “Eu quero, fica purificado”. 42 Imediatamente a lepra desapareceu, e ele ficou purificado. 43 Jesus, com severidade, despediu-o e recomendou-lhe: 44 “Não contes nada a ninguém! Mas vai mostrar-te ao sacerdote e apresenta, por tua purificação, a oferenda prescrita por Moisés. Isso lhes servirá de testemunho” (Mc 1, 40-44).
miércoles, 11 de agosto de 2010
martes, 10 de agosto de 2010
100 perguntas e respostas sobre o aborto - perg 9 e 10 - (Port/Esp)
Português:
9. Mas uma vez que mesmo o décimo quarto dia após a fecundação é possível que o óvulo fertilizado foce um ou dois seres humanos (gêmeos), não deveríamos dizer que, enquanto tal divisão não é possível ser humano individual ?
Podem chegar a ser dois seres humanos a partir de um único óvulo fertilizado, não significa que antes da divisão não há nenhum, mas que, quando houve um "por um processo ainda não conhecido, chega a ter mais de um.
Se deve ter em conta que não é a mesma coisa individualidade que a indivisibilidade. Um ser vivo pode ser individual, mas divisível, é o caso das bactérias e outros microorganismos. Que em um determinado momento da evolução biológica de um ser vivo pode ser divisível não invalida o seu carácter único indivíduo de outros tempos. O ser humano, como já foi dito antes, até cerca de 12-14 dias é individual evolução mas divisível, e desde o assentamento já é único e indivisível.
10. Se existe um ser humano desde a fecundação, porque os cientistas se referem a ele com termos diferentes de acordo com seu estágio de desenvolvimento: zigoto, mórula, blastocisto, embrião, feto?
Para a vida de um ser humano tem um longo processo que começa quando dois gametas, um masculino e um feminino, iniciando um outro ser emerge claramente diferentes: o novo ser humano, o resultado da fecundação, que ao longo do seu desenvolvimento recebe diferentes nomes: o zigoto é a primeira célula resultante da fusão de células masculinas e femininas. Após a divisão inicial da célula, esse ser humano é chamado de mórula, que logo se verá uma diferenciação entre as células que formam o embrião (o que chamamos de pré-implantação do embrião, e algumas chamadas pré-embrião) e destinadas a formar a placenta. Nesta nova fase, o ser humano chamado de blastocisto, e se pedará na parede do útero de sua mãe. Depois já começa a diferenciação dos orgãos, alguns mais cedo que outros, durante o período embrionário, quando a placenta está totalmente desenvolvido. O embrião é então chamado um feto, e vai continuar a crescer, produzindo um desenvolvimento funcional de seus orgãos, até que, em algum momento nascerá e já será um recém-nascido. E este processo único, que se desenvolveu sem problemas, sem mudanças bruscas, continua após o nascimento, a criança torna-se uma criança, a criança a um adolescente, um adolescente em um jovem, de jovem a um adulto e de adulto a um idoso. Estes são todos os nomes que distinguem as diferentes etapas da vida de uma única pessoa que veio com a fecundação e que será o mesmo até que morra, embora a sua aparência externa seja diferente em cada estapa.
(CEE)Español:
9. Pero dado que hasta el decimocuarto día posterior a la fecundación existe la posibilidad de que de un óvulo fecundado salgan no uno, sino dos seres humanos (gemelos monocigóticos), ¿no habría que afirmar que mientras sea posible tal división no existe un ser humano individualizado?El que puedan llegar a existir dos seres humanos a partir de un mismo óvulo fecundado no significa que antes de la división no haya ninguno, sino más bien que donde había uno -por un proceso todavía no bien conocido- llega a haber más de uno.
Hay que tener en cuenta que no es lo mismo individualidad que indivisibilidad. Un ser vivo puede ser individual, pero divisible; es el caso de las bacterias y otros microorganismos. El que en una determinada época de su evolución biológica un ser vivo pueda ser divisible no invalida su carácter de individuo único en los momentos anteriores. El ser humano, como se ha dicho antes, hasta aproximadamente el día 12-14 de su evolución es individual, pero divisible, y a partir de la anidación es ya único e indivisible.
10. Si existe un ser humano desde la fecundación, ¿por qué los científicos se refieren a él con términos varios según su fase de desarrollo: cigoto, mórula, blastocisto, embrión, feto?
Porque la vida de un ser humano es un largo proceso que se inicia cuando de dos gametos, uno masculino y otro femenino, surge una realidad claramente distinta: el nuevo ser humano, fruto de la fecundación, quien en las distintas etapas de su desarrollo recibe nombres distintos: el cigoto es la primera célula que resulta de la fusión de las células masculina y femenina. Tras unas primeras divisiones celulares, este ser humano recibe el nombre de mórula, en la que pronto aparecerá una diferenciación entre las células que formarán el embrión (lo que hemos llamado embrión preimplantado, y que algunos llaman preembrión) y las destinadas a formar la placenta. En esta nueva fase, el ser humano se llama blastocisto, y anidará en la pared del útero de su madre. Después se irán diferenciando sus órganos, unos antes que otros, durante todo el período embrionario, al tiempo que la placenta se desarrolla por completo. El embrión se llamará entonces feto, y continuará su crecimiento mientras se produce la maduración funcional de sus órganos hasta que, en un momento dado, nacerá y se llamará neonato, recién nacido. Y este proceso único, que se ha desarrollado suavemente, sin cambios bruscos, continúa después del nacimiento, y el neonato se hace niño; el niño, adolescente; el adolescente, joven; el joven, adulto y el adulto, anciano. Todos éstos son los nombres que distinguen las etapas de la vida de un solo ser que surgió con la fecundación y que será el mismo hasta que muera, aunque su apariencia externa sea muy diferente en una u otra fase.
(CEE)
lunes, 9 de agosto de 2010
Semana Nacional da Família (Por)
1 Enfim, irmãos, nós vos pedimos e exortamos, no Senhor Jesus, que progridais sempre mais no modo de proceder para agradar a Deus. Vós o aprendestes de nós, e já o praticais. Oxalá continueis progredindo cada vez mais. 2 Sabeis quais são as normas que vos temos dado da parte do Senhor Jesus. 3 A vontade de Deus é que sejais santos e que vos afasteis da imoralidade sexual. 4 Saiba cada um de vós viver seu matrimônio com santidade e com honra, 5sem se deixar levar pelas paixões, como fazem os pagãos que não conhecem a Deus. 6 Neste assunto, ninguém prejudique ou lese o irmão, pois o Senhor é vingador de todas estas coisas, como já vos dissemos e atestamos. 7 Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade. 8 Portanto, quem rejeita esta instrução não rejeita a uma pessoa humana, mas ao próprio Deus, que vos dá também o seu Espírito Santo. (I Tes 4, 1-5)
domingo, 8 de agosto de 2010
Comunicação familiar (Cap I - E) (Por/Esp)
Português:
1.2. Complementariedade e Relação Interpessoal
1.2.3. Características de um diálogo autênticamente humano
Considero de grande interesse este estas reflexiões que estou partilhando com vocês, caros leitores do, recolher as características sobre o autêntico diálogo que o Papa Paulo VI escreveu na sua Encíclica Ecclesiam Suam[1], se pode aplicar perfeitamente ao diálogo entre as pessoas, como meio para a construção humana e principalmente da família, que portanto é o ambiente onde puede ou não vivênciar todos estes conselhos:
· Clareza antes tudo: O diálogo supõe e exige compreensibilidade, ou seja, uma transfusão do pensamento, é um convite a exercer as faculdades superiores dos homens; somente com este título se pode dar a entender como um dos melhores fenômenos da atividade e da cultura humana; e basta esta sua exigência inicial para estimular uma revisão de todas as formas de linguagem, vendo se é compreenssível, se é popular, se é seletivo, de acordo aos interlocutores.
· Otro característica es la afabilidad: O diálogo não é orgulhoso, não é pungente, não é ofensivo. A autoridade vem-lhe da verdade que expõe, da caridade que difunde, do exemplo que propõe; não é comando, não é imposiço. O diálogo é pacífico, evita os modos violentos, é paciente e é generoso
· Também é importante a confiança, tanto na eficácia da palavra-convite, como na receptividade do interlocutor. Produz confidências e amizade, enlaça os espíritos numa adesão mútua ao Bem, que exclui qualquer interesse egoísta
· Finalmente, a prudência pedagógica, que atende muito às condições psicológicas e morais de quem ouve (cfr Mt 7,6): se criança, se inculto, indisposto, desconfiado e mesmo hostil. Essa prudência leva a tomarmos o pulso à sensibilidade alheia e a modificarmos as nossas pessoas e modos, para não sermos desagradáveis nem incompreensíveis.
· Aproveitando estas características que menciona o papa Paulo VI, também considero de suma importância ter em conta a diferença entre ouvir e escutar. São duas atitudes totalmente distintas e que fácilmente se confundem no linguajar popular. Ouvir não é prestar uma profunda atenção na comunicación, mas simplismente captar uma sucessão de sons, de meras palavras. Se podem ouvir muitas vozes sem prestar atenção em nenhuma. Em câmbio saber escutar, é estar disponível no momento da audição, estar disposto á pessoa comunicante para que se sinta acolhida e respeitada. Este sentido, escutar uma pessoa pode criar uma relação de amizade e confiança por toda uma vida; escutar o outro pode ser um processo amplo que requer muito tempo e muita pasciência; se requer uma atitude receptiva na comunicação constante.
Pe. Lucimar, sf.
Español:
Diálogo y Comunicación en la Familia (I –E)
1.2. Complementariedad y relación interpersonal
1.2.3. Características de un diálogo auténticamente humano
He considerado de interés para este trabajo recoger las características del diálogo que el Papa Pablo VI escribió en su Encíclica Ecclesiam Suam[2], pueden aplicarse perfectamente al diálogo entre las personas, como medio para la construcción humana y principalmente de la familia, que a su vez es el ambiente donde se puede o no vivenciar todos estos consejos:
· La claridad ante todo: el diálogo supone y exige la inteligibilidad: es un intercambio de pensamiento, es una invitación al ejercicio de las facultades superiores del hombre; bastaría este solo título para clasificarlo entre los mejores fenómenos de la actividad y cultura humana, y basta esta exigencia inicial para estimular a una revisión de todas las formas de lenguaje, viendo si es comprensible, si es popular, si es selecto, de acuerdo a los interlocutores.
· Otro característica es la afabilidad: El diálogo no es orgulloso, ni hiriente, ni ofensivo. Su autoridad es intrínseca, por la verdad que expone, por la caridad que difunde, por el ejemplo que propone; no es un mandato ni una imposición. Es pacífico, evita los modos violentos, es paciente, es generoso.
· Es importante también la confianza, tanto en el valor de la propia palabra como en la disposición para acogerla por parte del interlocutor; promueve la familiaridad y la amistad; entrelaza los espíritus por una mutua adhesión a un Bien, que excluye todo fin egoísta.
· Finalmente, la prudencia pedagógica, que tiene muy en cuenta las condiciones psicológicas y morales del que escucha: si es un niño, si es una persona ruda, si no está preparada, si es desconfiada, hostil; y por parte del que habla, si se esfuerza por conocer la sensibilidad del interlocutor y por adaptarse razonablemente y modificar las formas de la propia presentación para no serle molesto e incomprensible.
· Además de estas características que señala Pablo VI, considero también de suma importancia tener bien entendida la diferencia entre oír y escuchar. Son dos actitudes totalmente distintas y que fácilmente se confunden en el lenguaje popular. Oír no es prestar atención profunda e interna a la comunicación, sino simplemente captar una sucesión de sonidos, de meras palabras. Se pueden oír muchas voces sin prestar atención a ninguna. Saber escuchar, en cambio, es estar disponible en el momento de la audición, estar dispuesto a que la persona comunicante se sienta acogida y respetada. En este sentido, escuchar a una persona puede crear una relación de amistad y confianza para toda una vida; escuchar a otro puede ser un proceso dilatado que requiere mucho tiempo y mucha paciencia; se requiere una actitud receptiva en la comunicación constante.
P. Lucimar, sf
jueves, 5 de agosto de 2010
19º Domingo do Tempo Comum (Port/Esp)
Começo a reflexão deste XIX Domingo do Tempo Comum, com uma citação de santo Agostinho: ‘estava buscando Senhor fora de mim, mas Ele sempre esteva dentro’. O que cada um de nós temos por dentro, este é o nosso tesouro. Agora o problema é quando não temos nada, o problema é quando só temos um vazio.
Agradeço a todos aqueles que durante esta semana me escreveram para agradecer pelas reflexões, porque estão aproveitando para evangelizar, por isso eu vos digo, siga em frente. Este meio de evangelização é importante para poder levar e aproximar ao mistério de Jesus encarnado na vida de cada um dos nossos irmãos. Uma vez que somos nós os primeiros em alimentar da Palavra, assim estaremos nos fortificando para seguir este caminho de salvação. Todos estamos caminhando, e nos esforçando por serguir e manter fiel, a única coisa que devemos fazer é ajudar os nossos irmãos a levar a sua carga, mas não esquecendo de também levar a nossa.
Com isso vos digo irm@s que as leituras deste domingo nos direciona a buscar os grandes tesouros que temos no interior do nosso coração. Um dos versículos do evangelho de hoje nos diz: “onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração” (Lc 12, 34). Jesus utiliza esta imagem do tesouro para anunciar o Reino de Deus, como uma coisa desejável, que nos convida a ir atrás, porque estamos com tanta sede dele que não conseguimos fazer nada. Vale a pena sacrificar-nos para conseguir este tesouro, vale a pena ser caluniados, ser mal vistos, criticados, etc. isso significa que estamos invetindo. Hoje a Palavra está ao alcance de todos, e é por isso que devemos ter cuidado, para não deixar entrar dentro do nosso interior um tesouro adulterado ou falseado que nos estão vendendo com uma diculpa de falsa felicidade e segurança. Porque o verdadeiro tesouro é exigente, é sacrificado, é fidelidade.
Mas quais são estes tesouros que cada um temos dentro do nosso interior? Podemos até pensar: os amigos, a família, ser um cristão comprometido, a minha fé... Mas de todos estes exemplos, qual seria aquele que realmente nos poderá trazer a verdadeira felicidade, segunrança, realização, etc? todos são importantes, mas temos um que nem mesmo os ladrões, as traças a poderá tirar de cada um de nós. Este é o nosso tesouro, a fé. A fé que fez tantos homens e mulheres da Sagrada Escritura a se abandorem nas mãos de Deus, confiando plenamente nos planos de salvação de Deus, como nos relata a segunda leitura: “A fé é um modo de já possuir o que ainda se espera, a convicção acerca de realidades que não se vêem. Foi a fé que valeu aos antepassados um bom testemunho” (Heb 11, 1-2). A fé é a que nos capacita para que possamos suportar os momentos de tribulação sejam eles: da comunidade, da família, da sociedade, da política, da igreja. A fé é aquela que nos anima para seguir esperando, seguir amando, seguir perdoando.
Meus queridos, acabo com as mesmas palavras de Jesus, porque do mesmo modo que Ele animava os seus seguidores, hoje Ele contunia falando ao nosso coração para que sigamos caminhando: “Não temais, pequeno rebanho, porque foi do agrado de vosso Pai dar-vos o Reino” (Lc 12, 32).
Porém, toda esta riqueza que é a nossa fé, debe ser alimentada cada dia com uma relação pessoal com Deus: íntima e privada, mas também devemos expressá-la na participação dos sacramentos de manera especial da Eucaristia, como um dos sinais visíveis desta mesma presença da Salvação de Deus no meio da comunidade. Fé também é comunhão com a santa mãe Igreja. Ou seja, a nossa relação pessoal com Deus debe refletir no nosso compromisso de celebrar e de pertencer ativamente da comunidade eclesial.
A fé é uma atitude que se expressa a través do compromisso. A fé é testemunho do que se crê, a fé se resforça em traduzir o Evangelho em valores, gestos, atitudes e palabras na realidade e na vida de cada um daqueles que ao londo do dia estão em contado conosco.
Aproveito a oportundiade para parabenizar a todos os pais, para que sejam fiéis com este dom de guiar e de formar uma família.
Pe. Lucimar, sf
Español:
Comienzo la reflexión de este 19º Domingo del Tiempo Ordinario, con una citación de san Agustín: ‘tú estabas dentro de mí y yo afuera, y así por fuera te buscaba’. Lo que cada uno de nosotros tenemos por dentro, este es nuestro tesoro. Ahora el problema seria se no tenemos nada, el simplemente un vacío.
Mis queridos herman@s las lecturas de este domingo nos direcciona a buscar el gran tesoro que tenemos en el interior de nuestro corazón. Uno de los versículos del evangelio de hoy: “Donde está vuestro tesoro, estará también vuestro corazón” (Lc 12, 34). Jesús utiliza esta imagen del tesoro para anunciar el Reino de Dios. El tesoro del evangelio suele ser presentado como algo deseable, que se nos invita a buscar y se nos garantiza de antemano que es posible hallar. Es un tesoro que vale la pena empeñarse, sacrificarse, vale a pena ser calumbados, ser mal visto, etc. Hoy esta palabra está al alcance de todos, por eso que debemos tener cuidado, para que no entren dentro de nuestro interior un tesoros adulterados o falseados que nos veden promesas de felicidad, belleza, seguridad, para así olvidarnos de los verdaderos tesoros que exigen sacrificios, tiempo y fidelidad: el tesoro de los amigos, la familia, el ser creyentes, la fe.
Pero, ¿Cuál de estos de estos tesoros es el más grande? todos son importantes, pero tenemos uno que es inagotable, donde ni se acercan los ladrones, la polilla se atreven a roer. Así es el tesoro de la fe. La fe de tantos hombres y mujeres de la Sagrada Escritura que se abandonaron en las manos de Dios, confiando plenamente en los planos de salvación, como nos relata en la segunda lectura: “La fe es seguridad de lo que se espera, y prueba de lo que no se ve…” (Heb 11, 1-2). La fe que capacita para aguantar los momentos de tribulación: de la comunidad, de la familia, de la sociedad, de la política, de la iglesia. La fe es aquella que nos anima a seguir esperando, seguir amando, seguir perdonando.
Mis queridos acabo con las mismas palavras de Jesús, porque tal como El animaba a sus seguidores, hoy sigue hablando en nuestro corazón para que sigamos nuestro camino: “No temas, pequeño rebaño, porque vuestro Padre ha tenido a bien daros el reino” (Lc 12, 32).
Pero claro, toda esta riqueza de la fe en la relación personal con Dios no es sólo una vivencia interior, íntima y privada, sino que se tiene que expresar en las celebraciones de los sacramentos y en el compromiso de cada día.
La fe es una actitud que se expresa en las celebraciones de los sacramentos. Quien tiene fe la celebra en los sacramentos. No es cierta la fe de quien dice que tiene más fe que nadie, pero no va a la Iglesia. Quiero decir que la relación personal con Dios no depende de una experiencia subjetiva, de lo que yo siento en relación con Dios según el momento vital que estoy viviendo, sino que depende de un encuentro real con Dios, que se da en los sacramentos.
La fe es una actitud que se expresa en un compromiso. La fe es testimonio de lo que se cree, la fe se esfuerza porque los valores del Evangelio se hagan realidad en la sociedad en la que vivimos.
P. Lucimar, sf
martes, 3 de agosto de 2010
lunes, 2 de agosto de 2010
Oremos pelas vocações...
O protagonista é Deus...
Já começamos o mês de agosto, mês dedicado a oração pelas vocações. Penso que seria bom saber o que significa esta palavras, claro que o seu significa já está bastante gastadinho, mas é bom recordar, porque Deus não pára de nos sorprender. A palavra vocação vem do latim vocare que significa chamado. Todos nós somos chamados, de uma forma ou de outra à fazer algo, à alguma coisa. Antigamente este termo significava qualquer espécie de aptidão. Por exemplo: aptidão para medicina, música, artes, etc.. Depois ele foi adquirindo um significado religioso passando a designar o chamado de Deus.
Vocação sempre indica um chamado. E quem chama sempre deseja alguma resposta da pessoa a quem chama. Deus não age de forma diferente. Só que, ao chamar, Deus, antes de pedir Ele dá. Deus chamando o homem lhe dá a vida, a existência, e com a vida, dá-lhe também a liberdade. Deus núnca vem impondo a sua forma de pensar, o que Deus faz é propor a todos nós uma missão, não tem porque ser somente à vida eclesial, comunitária, mas sobretudo uma vocação à vida.
Depois de ter chamado o homem para a vida, Deus torna a chamá-lo, porque há muitas coisas que Deus deseja fazer no mundo através do homem. Deus não quer mais agir sozinho. Ele deseja a nossa participação, não porque ele não seja suficientemente capaz de levar término a sua missão de criação do mundo. Por isso, quando Deus chama, Ele chama para pedir alguma coisa, confiar alguma missão. O chamado de Deus é sempre um desafio:
- Ao sermos chamados à vida, nos comprometemos a cumprir uma determinada missão que todos os outros possam viver bem.
- Ao sermos chamados à fé, pelo batismo, nos comprometemos a seguir os ensinamentos de Jesus Cristo e a colaborar com os homens na busca da verdade e do bem vivendo como irmãos.
- Ao sermos chamados a qualquer estado de vida (sacerdotal, religiosa, matrimonial) assumimos um compromisso específico com a comunidade humana, de ajudá-la a encontrar a felicidade.
Para que isso aconteça é indispensável que cada um faça desabrochar e fortificar a vocação que está em seu interior (Mt 25,14-30). As capacidades e dons que temos devem estar voltados para as necessidades dos outros. Quanto mais o homem está voltado para o outro, mais realizado e feliz será. O verdadeiro amor é o que busca a felicidade do outro e não a própria. Podemos dizer que, vocação é a oferta divina que exige uma resposta e um compromisso com Deus. Nesta definição percebemos três aspectos: - Deus está se doando a nós, Deus se oferta à nossa vida, se doa totalmente, Deus nos provoca;
- Apatir desse momento que Deus nos provoca, nós somos chamos a dar uma resposta, mas uma respsota generosa, uma respota que seja agradável, sincera;
- E quando nos comprometemos com esta sinceridade, isso pode ser que já estou fazendo o que Deus realmente me promone.
A resposta que nós podemos dar a este grande gesto de Deus, que é nada mais que uma forma a mais que Deus está dizendo eu nos ama é justamente ir fazendo caminho e assumindo os riscos do nosso SIM no dia-a.dia. Porque somente vamos ser fiéis ao chamado de Deus se estamos acordados.
Vocação é descoberta do próprio ser pessoal. Todo homem é chamado a aperfeiçoar a bondade que existe, em germe, em seu interior, a descobrir a sua vocação, a construir um mundo fraterno onde haja sol para todos, vida para todos.
A vida não é feita só de momentos claros, nos quais se percebe perfeitamente a vontade de Deus. Muitas vezes é necessário seguir por caminhos escuros e até incomuns. Muitos devem lutar duramente para seguir sua vocação. “A Palavra de Deus não dispensa ninguém de pensar, de tatear, de buscar, de tomar decisões”.
Vocação é convite pessoal que Deus dirige a cada um. Cada ser humano tem algo de pessoal, e uma maneira pessoal de realizá-lo. Ao descobrir sua vocação, o homem está se descobrindo a si mesmo. Daí a necessidade de permanecer atento a tudo, para perceber sua própria vocação.
Pe. Lucimar, sf
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