jueves, 22 de abril de 2010

Oração pela Família: Semana da Família 18-25 de abril (Port/Esp)

ORAÇÃO PELA FAMÍLIA
Senhor Jesus Cristo, vivendo em família com Maria, Vossa mãe, e com São José, Vosso pai adotivo, santificastes a família humana.

Vivei também conosco, em nosso lar, e assim formaremos uma pequena Igreja, pela vida de fé e oração, amor ao Pai e aos irmãos, união no trabalho, e esperança viva na vida eterna.

Vossa vida divina, alimentada aos sacramentos, especilamente na Eucaristia, e na Vossa Palavra, nos anime a fazer bem a todos, de modo particular aos pobres e necessitados.

Em profunda comunhão de vida nos amemos na verdade, perdoando-nos quando necessário, por um amor generoso, sincero e constante.

Afastai de nossos lares, Senhor Jesus, o pecado da infidelidade, do amor livre, do divórcio, do aborto, do egoísmo, da desunião e de toda influência do mal e do demônio.

Despertai em nossas famílias vocações para o serviço e ministério dos irmãos, em especial, vocações sacerdotais e religiosas. Que nossos jovens, conscientes e resposáveis, se preparem digninamente, para o santo matrimônio.

Senhor Jesus Cristo, daí, enfim, às nossas famílias, coragem nas lutas, conformidade  nos sofrimentos, alegria na caminhada para a Casa do Pai. Assim seja.




Español:
ORACIÓN POR LA FAMILIA
Señor Jesucristo, viviendo en familia con María, Vuestra madre, y con San José, Vuestro padre adoptivo, santificaste la familia humana.

Vivid también con nosotros, en nuestro hogar, así formaremos una pequeña Iglesia, de fe y de oración, de amor al Padre y a los  hermanos, unión en el trabajo, y esperanza viva en la vida eterna.

Vuestra vida divina, alimentada en los sacramentos, especialmente en la Eucaristía, y en Vuestra Palabra, nos anime a hacer el bien a todos, en especial a los pobres y necesitados.

En profunda comunión de vida nos amemos en la verdad, personándonos cuando necesario, por un amor generoso, sincero y constante.

Aleja de de nuestros hogares, Señor Jesús, el pecado de la infidelidad, del amor libre, del divorcio, del aborto, del egoísmo, de la desunión y de toda influencia del mal y del demonio.

Despierta en nuestras familias vocaciones para el servicio y al ministerio de los hermanos, en especial, vocaciones sacerdotales y religiosas. Que nuestros jóvenes, conscientes y responsablemente, se preparen dignamente, para el santo matrimonio.

Señor Jesucristo, finalmente dona a nuestras familias, coraje para luchar, paciencia en los sufrimientos, alegría en el camino hacia la Casa del Padre. Amen.

miércoles, 21 de abril de 2010

Semana da Família 18-25 de abril (Port/Esp)

Nesta semana tudo é especial, em particular estamos celebrando a Semana da Família, uma excepcional oportunidade de clamar aos lares que transmitam aos seus filhos os valores evangélicos de poder doar a sua vida ao serviço do Reino de Deus. Hoje estamos passando uns momentos delicados ao falar de vocações á Vida Religiosa e Sacerdotal, e sem contar com as notícias da atualidade que nos afeta a todos. Mas devemos ser sempre sembradores da esperança em tempos de secas, a vocação ao Sacerdócio e á Vida Consagrada, dom total de si mesmo a Deus, vivida a partir de uma amistad profunda com Cristo, é um presente muy valioso de Deus de entrar em Comunhão com ele e depois nos convidando a ser ponte de comunhão para o seu povo. Comunhão centrada na Trindade como a fonte e o modelo da fraternidade e unidade entre todos os homens.

O sacerdócio e a vida consagrada, testimunho amoroso de entrega e libertade, estão chamados a ser «hoje mais do que nunca» testimunho de comunhão. Uma comunhão que nasce inspirada pela fé e pela ação do Espírito Santo e que se expressa na escuta da Palavra, na oração comunitária constante, na celebração festiva dos sacramentos, no partilhar o pão. Esta comunhão é o melhor anúncio da Presença do Reino de Deus  no nosso mundo.


Español:
En esta semana todo es especial, en particular estamos celebrando la Semana de la Familia, una excepcional oportunidad de clamar a los hogares que inculquen en sus hijos los valores evangélicos de donar su vida al servicio de Reino de Dios. Hoy estamos pasando unos momentos muy delicados al hablar de vocación a la Vida Religiosa y Sacerdotal, sin contar por lo más actual que nos afecta a todos. Pero debemos ser siempre sembradores de esperanza en tiempos de sequías, la vocación al sacerdocio y a la vida consagrada, don total de sí mismo a Dios, vivida desde la amistad con Cristo, es un regalo de nuestro Dios Comunión que nos invita a ser comunión para los demás. Comunión que tiene en la Trinidad la fuente y modelo de la fraternidad y unidad entre todos los hombres.

El sacerdocio y la vida consagrada, testimonio amoroso de entrega y libertad, están llamados a ser «hoy más que nunca» testimonio de comunión. Una comunión que nace inspirada por la fe y bajo la acción del Espíritu y que se expresa en la común escucha de la Palabra, en la oración comunitaria constante, en la celebración festiva de los sacramentos, en el común compartir el pan. Esta comunión es el mejor anuncio de la Presencia del Reino en nuestro mundo.

martes, 20 de abril de 2010

Semana da Família 18-25 de abril (Port/Esp)

Nesta semana, muitos dos nossos colégios da Espanha estamos celebrando a SEMANA DA FAMíLIA, podemos estar pensando, como poder ser que em pleno século XXI celebrar uma semana como esta pode significar uma verdadeira aposta pela família que desde o seu início já foi pensada, criada e principalmente estar dentro dos planos de Deus para garantizar a felicidade do ser humano. Ao mesmo tempo é uma oportunidade de exortar ás famílias que já tem um maior ou menor contato através dos nosso colégios possam fixar os seus olhos na Sagrada Família de Nazaré. Esta é a família que ofecemos a todos como modelo, una família que não falha, que nunca falhará, porque o mal não conseguiu o seu objetivo de paralizar o plano de Deus sobre a terra.
Durante todos estes dias cada colégio faz diferentes tipos de atividades. Aqui no colégio onde estou morando na Espanha (Colégio de Sant Miquel de Molins de Rei), começamos no domingo (18 de abril), com a celebração da Santa Missa e depois proceguiram as diferentes atividades para os alunos (corridas nas ruas ao redor do colégio e uma gimcana dentro do próprio centro. Dentro de tantas festividades não podemos deixar de lado a nossa obra social (Fundación Manyanet Solidário) para isso abrimos o bar solidario, mas tudo isso graças a colaboração da Associação de Pais. Aproveitamos também para vender as camisetas do próximo campo de trabalho na Venezuela e Colômbia.



Español:
En esta semana en muchos de nuestros colegios de España estamos en la semana de la familia, en mediados del siglo XXI hacer todo eso es una verdadera apuesta por la familia pensada, creada y principalmente que estaba y está dentro de los planes de Dios para garantizar la felicidad del ser humano. Es al mismo tiempo una oportunidad de exhortar a todas las familias que se tienen una cercanía con nuestros centros a fijar sus ojos en la Sagrada Familia de Nazaret. Una familia que ofrecemos a todos como modelo, una familia que no falla, que nunca fallará, porque el mal no consiguió su objetivo de paralizar el plan de Dios sobre la tierra.

Durante todos los días cada colegio hace diferentes tipos de actividades. Aquí en nuestro Colegio de Sant Miquel de Molins de Rei, comenzamos el domingo 18 de abril, con la Eucaristía y después las diferentes actividades para los alumnos en las calles de alrededor del colegio y una gimcana dentro del mismo. Contando siempre con la colaboración del Asociación de Padres y Madres (AMPA) con el bar solidario para ayudar la Fundación Manyanet Solidario, nuestra obra social.

sábado, 17 de abril de 2010

III Domingo da Páscoa (Port/Esp)

Português:
Jesus ressuscitado surpreendeu varias vezes os seus Apóstolos e discípulos aparecendoa eles de formas inesperadas. Uma dessas aparições, a terceira, foi na praia do Lago de Tiberíades. Tal como nos conta o Evangelho de hoje (Jo. 21, 1-19).

O mais surpreendente, era por que ainda não tinham dado conta que era “o Senhor”. Quantas vezes o Sonhor já nos falou desde ás margens da nossa vida e não O reconhecemos! Muitas vezes nos passa como os Apóstolos, mas uma coisa é certa não fazemos como eles, mas pelo contrário, despreciamos as instruções do mesmo Deus.

Mas uma desmonstração do grande amor de Jesus por cada um de nós é que o Senhor sempre está ás margens nos esperando, esperando que desocupemos das nossas coisas, esperando que O reconheçamos, que ouçamos a sua voz e atendamos as suas instruções.

Nem sempre Deus intervem de forma que poçamos dizer como um milagre. Mas de uma coisa devemos ser consciêntes Deus sempre está presente e se fixamos bem, podemos dar conta da sua presença, somente não damos conta de alguma coisa quando estamos realmente cegos espiritualmente para não ver a sua intervenção e principalmente a sua presença.

Jesus pergunta a São Pedro: “Pedro, tu me amas?”. Foram três vezes, que dor a de Pedro, por tais perguntas. E nós? Podemos dizer ao Senhor que O amamos, que nos entregamos totalmente a Ele e a sua Vontade... Pode até ser que sim, porque sabemos que o nosso sim de hoje não é 100% segura, é bom que tenhamos este pensamento, porque somos pessoas débiles, frágeis, mas sempre confiantes na graça divina e querendo ser fiéiss a Deus.

Na Primeira Leitura (Atos 5,27-32 e 40-41) nos mostra um São Pedro fortalecido, isso acontece logo depois de Pentecostes, que sem medo algum, começa a cumprir “Senhor, Tu sabes que te amo”, entregándo-se aos desígnios divinos e realizando a sua missão de Pastor. Dando testemunho de Jesus ressuscitado

Hoje Jesús, se aproxima de cada um de nós, na nossa vida, no nosso trabalho, nos nossos fracassos. E cada um de nós devemos responder a Jesus quanto é o nosso amor.  

Que nosso amor a Jesus não seja medíocre, porque o de Jesus foi toral...
Pe. Lucimar, sf

Español: 
¿Pedro, tú me amas?
Jesús resucitado sorprendió varias veces a sus Apóstoles y discípulos apareciéndoseles en las maneras más inesperadas. Una de estas apariciones, la tercera, fue en la playa del Lago de Tiberíades. Nos la narra el Evangelio de hoy (Jn. 21, 1-19).

Y sorprende, porque todavía no se habían dado cuenta que era “el Señor”. ¡Cuántas veces nos habla el Señor desde la orilla y no le reconocemos! Nos pasa como a los Apóstoles, pero no hacemos como ellos, sino que nos damos el lujo de despreciar las instrucciones del mismo Dios.

Pero el Señor siempre está a la orilla, esperándonos, esperando que nos desocupemos de “nuestras cosas”, esperando que le reconozcamos, que oigamos su voz y atendamos sus instrucciones.

No siempre Dios interviene en forma que podamos decir sea milagrosa. Pero Dios siempre está presente y si nos fijamos bien, si no nos damos cuenta de su presencia, si estamos tan ciegos que no vemos su intervención. Y la ceguera nos viene porque tenemos puestos los lentes opacos de la mundaneidad, que no nos dejan ver las manifestaciones de Dios en nuestra vida.

A San Pedro le pregunta: “¿Me amas más que éstos?”. Que el dolor la de Pedro. Y ¿nosotros? ¿Podemos decirle al Señor que sí lo amamos, que sí nos entregamos a El y a su Voluntad ... Puede ser, porque sabemos que nuestro sí de hoy no es garantía segura, pues somos débiles, pero confiando en la gracia divina y realmente queriendo ser fieles a Dios.

La Primera Lectura (Hech. 5, 27-32 y 40-41) nos muestra a un San Pedro fortalecido, ya después de Pentecostés, sin miedo alguno, cumpliendo su “Señor, Tú sabes que te amo”, entregándose a los designios divinos y realizando su misión de Pastor. Da testimonio de Jesús resucitado

Hoy Jesús se acerca a cada uno de nosotros, en nuestra propia vida, nuestro trabajo y también en nuestros fracasos. Y a cada uno de nosotros hemos de responder a Jesús cómo es nuestro amor.

Que nuestro amor no sea mediocre, porque el de Jesús fue toral…
P. Lucimar, sf

lunes, 12 de abril de 2010

Português
Com a foto se poderá entender o desenho da JMJ MADRI 2011, é uma boa ocasião para dizer aos nossos jovens que a igreja espara muito deles, e que a esperança da igreja está dentro de cada um deles.

“O logotipo para a Jornada Mundial da Juventude é em si mesmo, uma catequese, uma oportuniade de evangelizar: o caminho rapido e seguro para chegar a Cristo é por meio da Virgem Maria, Mãe de Deus e dos homens. Os jovens, encontram em Maria, o exemplo e o modelo para chegar a Cristo e comprir a dinalidade da JMJ: dar a conhecer ao mundo sua mensagem”,

A cruz: sinal do cristão; preside o encontro do Papa com os jovens, que fazem visível com seu testemunho o tema da JMJ: “enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé”.

“M” de Maria também inicial de Madri, lugar do encontro.

Jovens de todo o mundo que se unem para celebrar sua fé junto ao Papa, ao pé da Cruz, e formam a coroa de Nossa Senhora da Almudena, padroeira de Madri.

 

Español:
“La marca para la Jornada Mundial de la Juventud es, en sí misma, una catequesis, una oportunidad de evangelización: el camino rápido y seguro para llegar a Cristo es la Virgen María, Madre de Dios y de los hombres. Los jóvenes tienen, en la fe de María, el ejemplo y el modelo para llegar a Cristo y cumplir la finalidad prioritaria de la JMJ: dar a conocer al mundo su mensaje”. 

Sobre la forma: “El símbolo posee un trazo espontáneo y firme, como la juventud del siglo XXI.

Es cercano, afable, abierto. Alegre, desenfadado y positivo”.

Sobre el color: “El uso de una paleta de colores cálidos (rojo, naranja y amarillo) transmite una calidez y un calor inconfundibles, señas de identidad de una ciudad como Madrid, de un país como España. Estos colores son reflejo también de la “calidez divina”, del Amor trinitario”.

Sobre la tipografía: “Para la creación del logotipo (JMJ2011 MADRID) se ha empleado la tipografía Klavika, diseñada por Eric Olson en 2004. Se trata de una tipografía moderna y sobria, con una extensa familia y con alta legibilidad en todo tipo de soportes sean impresos o electrónicos”.

sábado, 10 de abril de 2010

II Domingo da Páscoa (Port/ Esp)

II Domingo da Páscoa
Festa da Divina Misericórdia

Antes de começar digo que hoje na liturgia deste segundo domingo da Páscoa, desejo a todos uma Feliz e Santa Páscoa do Cristo Ressuscitado.

Hoje celebramos o segundo domingo da Páscoa, festa da Divina Misericórdia, instituida pelo servo de Deus João Paulo II, no dia que proclamou a Sor Faustina Kowalska o grau heróico de santidade, ou seja, modelo de cristã para toda a Igreja: “é um convite perene para os cristãos do mundo enfrentarem, com confiança na divina benevolência, as dificuldades e desafios que a humanidade irá experimentar nos anos que virão" (Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Decreto de 23 de Maio de 2000).

A festa da Divina Misericórdia consiste em “Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia especialmente, para os pobres pecadores”.

É uma boa oportunidade para clamar aos céus perdão dos nossos pecados, de nossas infidelidades a Deus autor de tudo que somos e temos; a santa Mãe Igreja que têm o ministério de acolher a todos aqueles que desejam viver mais para Deus sirvindo aos irmãos e perdir perdão também a todo o povo santo de Deus, para que possam compreender que todos somos seres de caminho á eternidade.

Durantes estes dias da Semana Santa, cada um de nós teve muitas experiências algumas de emoções y outras de sentimentos. Agora citarei algumas: na Quinta-Feira Santa, uma coisa que me chamou bastante atenção foi o versículo de Jn 13, 2: “Durante a ceia – quando o demônio já tinha lançado no coração de Judas Iscariotes, o propósito de traí-lo.” Este foi o pecado de Judas: escutar e dar espaço ao demônio, esta foi a sua escuridão interior. Não olhava  para os demais, mas somente em si mesmo. Na Vigília Pascal que por se mesma já é rica de conteúdos de fé e de espiritualidade: nos fala da criação – Deus é a potência criadora. Tudo que Deus criou foi para o bem do próprio homem e não contra o homem. A criação não é uma barreira que impede de ir ao encontro com Deus. Deus, dá a criação ao homem para que ele mesmo coloque nome, mas não para etiquetar, ou seja, se é bom ou mal, mas para humanizá-la.

Hoy no estamos llamados a poner nombres o a etiquetar la creación o la realidad que vivimos, sino a cristificarla. Como dice el mismo san Juan de la Cruz: “Que todo se convierta para nosotros en transparencia de Jesús”.

A palavra de Deus (Atos 5, 12-16; Sl 117; Ap 1,9-11ª.12-13.17-19 y Jo 20, 19-31) que hoje meditamos na liturgia atualiza para todos nós o que os Apóstolos viveram: por isso são capazes de dar testemunho de Jesus, já não têm medo de proclamar que Jesus é o Senhor das suas vidas e começava a surgir os sinais e prodígios, mas tudo isso era graças a uma coisa fundamental, a experiência pessoal com Jesus Cristo Ressuscitado. Esta mesma experiência será a responsável de dar-lhes força para seguir anunciando o Reino de Deus, do qual podemos comprovar no libros dos Atos dos Apóstolos. Mas tudo isso foi graças ao Espírito Santo que Jesus soprou sobre eles, como nos diz o Evangelio de hoje, começando assim a crêr que Jesus era realmente o Filho de Deus.

Hoje é uma boa oportunidade para renovar a vida nova que o Pai nos concedeu pelo Batismo, e renovemos também a nossa fé e o nosso amor à Jesus Cristo: “Felizes aqueles que creem sem ter visto!”. Também recordemos que somos todos chamos e enviados para ser testemunhas de Jesus Cristo. Não podemos ter medo, vamos em frente com a nossa missão, Jesus vivo e ressuscitado conta conosco. 
Pe. Lucimar, sf
      

    
Español
II Domingo de Pascua
Fiesta de la Divina Misericordia
Antes mismo de comenzar a decir algo de la liturgia de este segundo domingo de la Pascua, deseo a todos unas Felices y Santas Pascua del Cristo Resucitado.

Hoy celebramos el segundo domingo de Pascua, fiesta de la Divina Misericordia, instituida por el siervo de Dios Juan Pablo II, en el día que proclamaba a Sor Faustina Kowalska el grado heroico de la santidad, como modelo de cristiana para toda la Iglesia. Y decía: “Una invitación perenne para el mundo cristiano a afrontar, con confianza en la benevolencia divina, las dificultades y las pruebas que esperan al género humano en los años venideros”.

La fiesta de la Divina Misericordia consiste en “un refugio y amparo para todas las almas y, especialmente, para los pobres pecadores. Ese día están abiertas las entrañas de mi Misericordia. Derramo un mar de gracias sobre las almas que se acerquen al manantial de mi Misericordia”.

Es una buena oportunidad para clamar a los cielos el gran perdón de nuestro pecados, de nuestras infidelidades a Dios como autor de todo lo que somos y tenemos; a la santa Madre Iglesia que tiene el ministerio de acoger a todos aquellos que desean vivir más para Dios sirviendo a los hermanos y también a todo el pueblo santo de Dios, para que sepan comprender que somos seres de camino a la eternidad.

Pero antes mismo de seguir me detendría un poco en lo que hemos vivido en estos días de Semana Santa, experiencia llenas de emociones y de sentimientos. Voy a subrayar algunas: del Jueves Santo, me ha llamado la atención en Jn 13, 2: “el diablo le había medido en la cabeza a Judas Iscariote.” Este fue el pecado de Judas: escuchar y dar espacio al diablo, eso le llevaba a vivir en una fuerte tiniebla y oscuridad interior. No miraba a los demás, sino a si mismo. En la Vigilia Pascual que de por si ya es rica en contenido de fe y de espiritualidad: habla de la creación – Dios es la potencia creadora. Todo lo creado es para el bien del hombre y no contra el hombre. No es algo que impide ir al encuentro de Dios. Dios, presenta la creación al hombre para poner nombre y no pide para etiquetar (se algo es bueno o no), sino humanizarla.

Hoy no estamos llamados a poner nombres o a etiquetar la creación o la realidad que vivimos, sino a cristificarla. Como dice el mismo san Juan de la Cruz: “Que todo se convierta para nosotros en transparencia de Jesús”.

La palabra de Dios (Hechos 5, 12-16; Sl 117; Ap 1,9-11ª.12-13.17-19 y Jn 20, 19-31) que hoy escuchamos actualiza para nosotros lo vivido por los Apóstoles: por eso son capaces de dar testimonio de Jesús, ya no tienen miedo de proclamar que Jesús e el Señor de sus vidas y comenzaban a surgir los signos e prodigios, pero todo eso gracias a una cosa fundamental, la experiencia personal con el Cristo Resucitado. Esta misma experiencia será la que les dará fuerza para hacer lo que podemos constatar en los Hechos de los Apóstoles. Pero todo eso es gracias a lo que no dice el Evangelio: Jesús aparece y sopla sobre ellos el Espíritu Santo, y comienzan creen que Jesús es realmente el Hijo de Dios.

Hoy es un buen día para renovar la vida nueva que el Padre nos ha concedido por medio del Bautismo, y fortalezcamos nuestra fe y nuestro amor a Jesucristo: “Dichosos los que crean sin haber visto”. Y es también para recordar que hemos sido llamados y enviados para ser testigos de Jesucristo. Sigamos adelante con nuestra misión, no tengamos miedo.      
Pe. Lucimar,sf 

viernes, 9 de abril de 2010

Festa da Divina Misericórdia (Port/Esp)

Português:
Festa da Divina Misericórdia

A Festa da Divina Misericórdia que ocorre no primeiro domingo depois da Páscoa, estabelecida oficialmente como festa universal pelo Papa João Paulo II. 

"Por todo o mundo, o segundo Domingo da Páscoa irá receber o nome de Domingo da Divina Misericórdia, um convite perene para os cristãos do mundo enfrentarem, com confiança na divina benevolência, as dificuldades e desafios que a humanidade irá experimentar nos anos que virão" (Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Decreto de 23 de Maio de 2000).

Encontra suas origens em Santa Maria Faustina Kowalska,   que na década de 30 obteve de Jesus, revelações acêrca da instituição dessa festa no seio da Igreja, bem como profecias e manifestações que o próprio Cristo mandou que as escrevesse e  retransmitisse à humanidade.  Foi Jesus quem pediu a instituição da festa da Divina Misericórdia a Santa Faustina. Jesus se refere a ela 14 vezes, expressando o imenso desejo do Seu Coração Misericordioso de distribuir, neste dia, as Suas graças.

"Nenhuma alma terá justificação, enquanto não se dirigir, com confiança, à Minha misericórdia. E é por isso que o primeiro domingo depois da Páscoa deve ser a Festa da Misericórdia” (Diário, 570).

"Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia;   a alma que se confessar e  comungar alcançará o perdão total das culpas e castigos; nesse dia estão abertas  todas as comportas Divinas, pelas quais fluem as  graças; 

"Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de mim, ainda que seus pecados sejam como escarlate. A minha misericórdia é tão grande que por toda a eternidade não a aprofundará nenhuma mente, nem humana, nem angélica. Tudo que existe saiu das entranhas da minha misericórdia" (Diário, 699).

"Dize à humanidade que sofre que se aproxime do meu coração misericordioso, e eu a cumularei de paz (Diário 1074)

Irmã Faustina era polonesa, natural da vila de Glogowiec, perto de Lodz, a terceira de uma prole de dez filhos. Aos vinte anos entrou para a Congregação de Nossa Senhora da Misericórdia, cujas irmãs se dedicavam à assistência de moças desvalidas ou em perigo de seguir o mau caminho.  Em 1934,  por indicação de  seu diretor espiritual,  iniciou um diário que intitulou "A divina misericórdia em  minh'alma".  A narração pormenorizada de profundas revelações e de experiências espirituais extraordinárias revela o modo pelo qual Nosso Senhor deseja incumbi-la de uma missão particularíssima - ou seja - a de relançar no mundo a  mensagem da sua misericórdia unida a novas formas de culto quais sejam uma imagem e uma festa comemorativa. 

A missão da  irmã Faustina iniciou-se em 1931, quando o misericordioso Salvador lhe aparecer em característica visão:  Ela vira de fato Jesus envolto em uma túnica branca. Tinha a mão direita alçada no ato de abençoar, enquanto a esquerda pousava no peito, onde a túnica levemente aberta deixava sair dois grandes raios, um vermelho e outro pálido. A irmã fixou em silêncio o olhar surpreso no Senhor: a sua alma, de início espantada, sentia progressivamente exultante felicidade. Disse-lhe Jesus:  
"Pinta uma imagem de acordo com o modelo que vês com a inscrição embaixo: Jesus, eu confio em Vós! Desejo que esta imagem seja venerada primeiro na vossa capela e  depois no mundo inteiro. 

"Prometo que a alma que venerar esta imagem não perecerá.  Prometo também a  vitória sobre os inimigos já nesta terra mas  especialmente na hora da morte.  Eu mesmo a defenderei com a minha própria glória."
"Ofereço aos homens um recipiente com o qual deverá vir buscar graças na fonte da misericórdia. O recipiente é esta própria imagem com a inscrição:  Jesus, eu confio em Vós!"

A pedido de seu diretor espiritual, irmã Faustina perguntou ao Senhor qual era o significado dos dois raios que tanto se destacavam na imagem:  
"Os dois raios representam o sangue e a água. O raio pálido representa a água que justifica as almas, o vermelho representa o sangue, vida das almas.  Ambos os raios saíram das entranhas da minha misericórdia quando na cruz, o meu coração agonizante na  morte foi aberto com a lança". 
"Estes raios defendem as  almas da ira do meu Pai. Feliz aquele que viver sob a proteção deles, porque não será atingido pelo braço da justiça de Deus." 

Em outras ocasiões, Jesus voltou a falar  sobre a imagem: 
"O meu olhar naquela imagem é igual ao meu olhar na Cruz"
"Mediante esta imagem concederei muitas graças às almas;  ela deve recorrer às exigências da  minha misericórdia, pois que a fé, mesmo se fortíssima, nada adiantará sem as obras".
"Não na beleza da cor, nem na habilidade do artista, mas na minha graça está o valor desta imagem"



Español:
II Domingo de Pascua: Fiesta de la Divina Misericordia

La Fiesta de la Divina Misericordia había sido, hasta el año 2000 una devoción privada. Pero ya el 5 de mayo de ese año la Congregación del Culto Divino y la Disciplina de los Sacramentos de la Santa Sede declaró el Segundo Domingo de Pascua, es decir, el domingo siguiente al Domingo de Resurrección, como “Segundo Domingo de Pascua o de la Divina Misericordia”.

El Papa Juan Pablo II había dado la sorpresa al mundo de hacer ese anuncio el día en que canonizó a Sor Faustina Kowalska, precisamente en el Domingo de la Divina Misericordia del año 2000. “En todo el mundo el Segundo Domingo de Pascua recibirá el nombre de Domingo de la Divina Misericordia. Una invitación perenne para el mundo cristiano a afrontar, con confianza en la benevolencia divina, las dificultades y las pruebas que esperan al género humano en los años venideros”.

Así, lo que era una devoción privada, muy extendida ya en muchas partes del mundo católico, pasó a ser Fiesta oficial de la Iglesia. El Papa dispuso que se conservaran los mismos textos tanto en el Misal Romano, como en la Liturgia de las Horas.

El texto evangélico de ese domingo (Jn. 20, 19-31) es elocuente en cuanto a la Misericordia Divina: narra la institución del Sacramento de la Confesión o del Perdón. Es el Sacramento de la Misericordia Divina.

¿En qué consiste, entonces, esta Fiesta de la Divina Misericordia? He aquí lo que dijo Jesús a Santa Faustina: “Deseo que la Fiesta de la Misericordia sea un refugio y amparo para todas las almas y, especialmente, para los pobres pecadores. Ese día están abiertas las entrañas de mi Misericordia. Derramo un mar de gracias sobre las almas que se acerquen al manantial de mi Misericordia. El alma que se confiese y reciba la Santa Comunión obtendrá el perdón total de las culpas y de las penas” (Diario 699).

Es decir, quien arrepentido se confiese y comulgue el Domingo de la Divina Misericordia, podrá recibir el perdón de las culpas y de las penas de sus pecados, gracia que recibimos sólo en el Sacramento del Bautismo o con la indulgencia plenaria. O sea que si su arrepentimiento ha sido sincero y si cumple con las condiciones requeridas, el alma queda como recién bautizada, libre inclusive del reato de las penas del purgatorio que acarrean sus pecados aun perdonados.

La devoción de la Divina Misericordia, incluye también la Hora de la Divina Misericordia, la Coronilla (o Rosario) de la Divina Misericordia y la Novena preparatoria a la Fiesta de la Misericordia, que por cierto no es condición requerida para recibir las gracias especiales el día de la Fiesta de la Divina Misericordia.