domingo, 8 de agosto de 2010

Comunicação familiar (Cap I - E) (Por/Esp)

Português:
1.2. Complementariedade e Relação Interpessoal
1.2.3. Características de um diálogo autênticamente humano
Considero de grande interesse este estas reflexiões que estou partilhando com vocês, caros leitores do, recolher as características sobre o autêntico diálogo que o Papa Paulo VI escreveu na sua Encíclica Ecclesiam Suam[1], se pode aplicar perfeitamente ao diálogo entre as pessoas, como meio para a construção humana e principalmente da família, que portanto é o ambiente onde puede ou não vivênciar todos estes conselhos: 
·         Clareza antes tudo: O diálogo supõe e exige compreensibilidade, ou seja, uma transfusão do pensamento, é um convite a exercer as faculdades superiores dos homens; somente com este título se pode dar a entender como um dos melhores fenômenos da atividade e da cultura humana; e basta esta sua exigência inicial para estimular uma revisão de todas as formas de linguagem, vendo se é compreenssível, se é popular, se é seletivo, de acordo aos interlocutores.

·         Otro característica es la afabilidad: O diálogo não é orgulhoso, não é pungente, não é ofensivo. A autoridade vem-lhe da verdade que expõe, da caridade que difunde, do exemplo que propõe; não é comando, não é imposiço. O diálogo é pacífico, evita os modos violentos, é paciente e é generoso      

·         Também é importante a confiança, tanto na eficácia da palavra-convite, como na receptividade do interlocutor. Produz confidências e amizade, enlaça os espíritos numa adesão mútua ao Bem, que exclui qualquer interesse egoísta

·         Finalmente, a prudência pedagógica, que atende muito às condições psicológicas e morais de quem ouve (cfr Mt 7,6): se criança, se inculto, indisposto, desconfiado e mesmo hostil. Essa prudência leva a tomarmos o pulso à sensibilidade alheia e a modificarmos as nossas pessoas e modos, para não sermos desagradáveis nem incompreensíveis.

·         Aproveitando estas características que menciona o papa Paulo VI, também considero de suma importância ter em conta a diferença entre ouvir e escutar. São duas atitudes totalmente distintas e que fácilmente se confundem no linguajar popular. Ouvir não é prestar uma profunda atenção na comunicación, mas simplismente captar uma sucessão de sons, de meras palavras. Se podem ouvir muitas vozes sem prestar atenção em nenhuma. Em câmbio saber escutar, é estar disponível no momento da audição, estar disposto á pessoa comunicante para que se sinta acolhida e respeitada. Este sentido, escutar uma pessoa pode criar uma relação de amizade e confiança por toda uma vida; escutar o outro pode ser um processo amplo que requer muito tempo e muita pasciência; se requer uma atitude receptiva na comunicação constante.

Pe. Lucimar, sf.

Español:
Diálogo y Comunicación en la Familia (I –E)
1.2. Complementariedad y relación interpersonal
1.2.3. Características de un diálogo auténticamente humano
He considerado de interés para este trabajo recoger las características del diálogo que el Papa Pablo VI escribió en su Encíclica Ecclesiam Suam[2], pueden aplicarse perfectamente al diálogo entre las personas, como medio para la construcción humana y principalmente de la familia, que a su vez es el ambiente donde se puede o no vivenciar todos estos consejos: 

·         La claridad ante todo: el diálogo supone y exige la inteligibilidad: es un intercambio de pensamiento, es una invitación al ejercicio de las facultades superiores del hombre; bastaría este solo título para clasificarlo entre los mejores fenómenos de la actividad y cultura humana, y basta esta exigencia inicial para estimular a una revisión de todas las formas de lenguaje, viendo si es comprensible, si es popular, si es selecto, de acuerdo a los interlocutores.

·         Otro característica es la afabilidad: El diálogo no es orgulloso, ni hiriente, ni ofensivo. Su autoridad es intrínseca, por la verdad que expone, por la caridad que difunde, por el ejemplo que propone; no es un mandato ni una imposición. Es pacífico, evita los modos violentos, es paciente, es generoso.

·         Es importante también la confianza, tanto en el valor de la propia palabra como en la disposición para acogerla por parte del interlocutor; promueve la familiaridad y la amistad; entrelaza los espíritus por una mutua adhesión a un Bien, que excluye todo fin egoísta.

·         Finalmente, la prudencia pedagógica, que tiene muy en cuenta las condiciones psicológicas y morales del que escucha: si es un niño, si es una persona ruda, si no está preparada, si es desconfiada, hostil; y por parte del que habla, si se esfuerza por conocer la sensibilidad del interlocutor y por adaptarse razonablemente y modificar las formas de la propia presentación para no serle molesto e incomprensible.
·         Además de estas características que señala Pablo VI, considero también de suma importancia tener bien entendida la diferencia entre oír y escuchar. Son dos actitudes totalmente distintas y que fácilmente se confunden en el lenguaje popular. Oír no es prestar atención profunda e interna a la comunicación, sino simplemente captar una sucesión de sonidos, de meras palabras. Se pueden oír muchas voces sin prestar atención a ninguna. Saber escuchar, en cambio, es estar disponible en el momento de la audición, estar dispuesto a que la persona comunicante se sienta acogida y respetada. En este sentido, escuchar a una persona puede crear una relación de amistad y confianza para toda una vida; escuchar a otro puede ser un proceso dilatado que requiere mucho tiempo y mucha paciencia; se requiere una actitud receptiva en la comunicación constante.

P. Lucimar, sf



[1] Papa Paulo VI, Encíclica “Ecclesiam Suam”Os caminhos da Igreja (6 agosto 1964), nº 47.
[2] Pablo VI, Encíclica Ecclesiam Suam (6 agosto 1964), 47.

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